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Parto sem medo - “Não perturbe: estou parindo!”

Ola

Eu sempre quis digamos "defender" o parto normal. Mas não queria faze-lo de uma forma vazia, fazer por fazer, simplesmente dizer que quem faz cesárea não tem um parto de verdade sabe?A unica coisa que eu conseguiria com isto é ofender quem fez cesárea , com certeza. E óbvio que este não é o objetivo, eu mesma, nasci de cesárea.

 Antes de engravidar, eu também dizia " Quero cesárea, este negocio de parto normal, sofrimento a toa, não vai rolar!" mas eu engravidei, as coisas mudaram, eu mudei e após pesquisar muito e me conhecer melhor, descobri que estava disposta a passar pela transformação que esta escolha poderia me trazer. Digo isto porque sofri sim muito preconceito, passei muito nervoso porque as pessoas simplesmente não entendiam a minha escolha.

Quando li esta materia no IG a respeito do programa parto sem medo consegui achar palavras para o que eu realmente penso sobre a escolha do parto.  Segundo o que diz o especialista Dr. Alberto Jorge Guimarães, muitas mães que tem cesárea ficam com a sensação que que ficou faltando algo. E esta cada vez maior o numero de mulheres querendo tentar o parto normal depois da cesárea. Mas porque?

Eu acredito que a tecnologia e a modernidade nos fez acreditar que não conseguimos e não precisamos mais parir. Parir é coisa do passado, onde mulheres sofriam horrores, hoje nós mulheres modernas não precisamos mais disto. Legal né? Só que não!

Parir é um processo totalmente fisiológico. E nós somos SIM donas deste processo no nosso corpo, quanto menos interferência no parto, melhor ele é! Eu acredito que todas as mulheres tem o desejo de parir, mas tem muito medo, porque o parto normal foi MUITO associado a dor, a incapacidade , a inferioridade da mulher, a falta de glamour como muitas pessoas dizem.

Palavras do Dr. na matéria : "O parto deve ser encarado como um desafio que completa um ciclo de maturidade da mulher adulta para ela poder ter um filho. Não deve ser romantizado, não é tudo mil maravilhas. A dor do trabalho de parto deve ser integrada, mas a dor não pode ser entendida com visão de sofrimento. Tem que ser pensada como um meio, como uma característica. A dor do parto vem, empurra o bebê, o útero relaxa e não tem mais dor. As contrações são um processo mecânico. Se a mulher encarar dessa forma, como um desafio, e que a contração é um desconforto que vem e vai, ela terá mais firmeza para completar esse ciclo"

Entende onde eu quero chegar? Não to falando de ser mais ou menos mãe, melhor ou pior, mas de acreditar na sua capacidade de mãe de trazer seu filho ao mundo pelo seu próprio trabalho, o trabalho de parto .


Fone: Google Imagens
Acho que a coisa esta tão automática, incluindo a postura de muitos médicos, que este "processo" esta influenciando a decisão das mães. É difícil você decidir parir se o teu médico não te apoia, se tua família não te apoia.

Vejo que cada vez mais a sociedade tem refletido sobre estas escolhas, e acredito que a mulher vai sim, conseguir resgatar o seu poder sobre o parto.

Enfim, não sei se consigo fazer entender o meu sentimento quanto ao assunto, mas te convido a ler a matéria e tirar sua próprias conclusões.

Clique aqui e leia na integra.

Obs. Reforço, não estou falando mal de quem fez ou opta por cesárea e não estou dizendo que quem o fez é menos ou mais mãe. Sei sim que a cesárea salva muitas vidas, mas não é sobre estes casos que estamos refletindo. Sim de gestações perfeitamente saudáveis e com totais possibilidades de parir!

Beijus

Livro Nana Nenê - Não indico

Ola,

Há algum tempo havia comentado que eu num gosti meiiixmo do livro Nana Nenê que é uma verdadeira febre. Inclusive eu ganhei este livro de amigo secreto porque eu pedi quando ainda estava grávida.

O livro ensina métodos de adestramento ensinamento para fazer seu bebê dormir a noite sozinho, tranquilo e feliz. Só que não.

Vou listar aqui os motivos que me fizeram sequer terminar de ler o livro .



1) Método do choro controlado - Eu simplesmente abomino o método de deixar o neném chorando, seja para o que for. Existem situações que as crianças vão chorar , exemplo é se uma criança de 1 ano quer tomar coca-cola e a mãe sabiamente não quer dar, a criança chora porque esta sendo contrariada. Totalmente diferente é você deixar um bebê, ou uma criança, chorando no berço , ou na caminha até que ela aprenda que precisa dormir sozinha. Imagine o medo, e a insegurança que ela sente sabendo que chora e ninguém atende, ou demora muito para atender. No meu entendimento a criança não para de chorar porque aprende a dormir sozinha, mas para de chorar porque entende que não será atendida. Pra mim isto não é ensinar independência  é ensinar insegurança.
Eu acho que deixar o bebê chorando até que ele durma, ou até que ele canse de chorar é um pouco crueldade, não me imagino fazendo isto com minha filha.

2) Horário controlado para mamadas ( Rotina) : Já fiz um post falando sobre os benefícios da livre demanda aqui, acredito que esta é a melhor escolha e tenho seguido a livre demanda sem problemas nenhum. Em um dos ensinamentos do livro, eles dizem que temos que aplicar o horário para amamentar, ou seja , de 3 em 3 horas. Segundo o livro, se a criança chorar com 1,5 hora de intervalo da ultima mamada não é fome, agora eu pergunto, como eles podem afirmar isto? Ninguém consegue mensurar quantos mls o bebê mamou e se esta satisfeito .
Pense comigo neste exemplo: Um bebê de 4 meses necessita de 120 ml para se satisfazer por mamada ( exemplo). Em uma determinada mamada ele mama 60ml e se distrai com a campainha que tocou e para de mamar, mamãe pensa que o bebê esta satisfeito. Depois de 20 minutos o bebê lembra que ainda tem fome e pede o peito, segundo o livro você deveria negar, porque não é fome. Compreende o absurdo?

Ainda diz em uma nota do livro, que eles não são contra a amamentação, mas não aceitam que o peito seja usado para algo que não é sua função, ou seja, alimentar.

Depois desta frase eu garrei um oooooodio. Amamentar não é só alimento, é carinho, amor, compreensão, segurança. Sim muitas vezes eu dei o peito para acalmar minha filha, porque ela é um bebê e esta é a forma que ela tem de se conectar comigo.

Se você tem encontrado dificuldades para fazer o bebê dormir, indico a pagina do Facebook Soluções para noites sem choro. O método deles é baseado na criação com apego.Eu não tenho o livro ainda, mas esta na listinha de próximas aquisições.

Eu digo não ao choro controlado!!!

Beijus


Será que estou em trabalho de parto?

Esta é uma duvida MUITO comum em todas as gravidinhas não é mesmo?

Eu sempre escutava que quando eu entrasse em trabalho de parto iria saber. Isto de certa forma me irritava, porque eu queria saber exatamente quais seriam os sinais. O fato é que quando entramos em trabalho de parto a gente realmente sabe. Os casos que as pessoas entram em trabalho de parto e não sabem são rariiiiiissimos.

Primeiro ponto importante: As contrações. As contrações de treinamento geralmente nos deixam em duvida, mas as contrações de treinamento são irregulares e apesar de incomodas não são tão doloridas como a do trabalho de parto efetivo. Geralmente as verdadeiras contrações evoluem, e diminuem o espaçamento entre uma e outra. Os médicos aconselham a esperar que as contrações estejam de 5 em 5 minutos para ir para ao hospital.

Quando meu trabalho de parto começou , eu estava deitada quase dormindo e tive uma contração que me fez levantar da cama. Eu pensei opa, algo esta diferente aqui! Eu já tinha sentido contrações a noite, mas aquela foi diferente, eu senti uma dor mais profunda apesar de suportável. Quando contei já estava com 5 minutos de intervalo, e mesmo assim eu ainda fui para o banho, andei, tomei chá. Depois da primeira contração dolorida, demorou umas 5 horas para as dores ficarem realmente "insuportáveis" de dor. Senti minha primeira contração a 01:30 da manha, fui para o hospital as 04:00  da manha, internei as 05:22 e quando era por volta de 06:00 da manha, as contrações ficaram bem intensas.

O grande problema de ir para o hospital logo nas primeiras contrações é que provavelmente você irá internar bem no inicio do trabalho de parto, as vezes eles acabam induzindo, sem contar que no ambiente de casa é muito melhor. Eu por mim teria ficado mais um pouco em casa, mas o maridão não quis porque as minhas contrações estavam bem curtas.

Segundo ponto importante: A bolsa.

Minha bolsa não estourou. Infelizmente não pude realizar meu sonho de dizer " Amor, a bolsa estourou". Mas quem passou por isso, conta que quando a bolsa estoura realmente sai muita agua. E mesmo quando não sai muito tem como saber porque o liquido sai constantemente e sem controle, não é como xixi.

Portanto, por mais desanimador que isto possa ser para quem esta grávida eu posso te garantir: Você vai saber quando estiver em trabalho de parto. Confie no seu instinto e vai dar tudo certo.

Abraços,


DEZ MODOS COMO NÃO COMPREENDEMOS NOSSOS FILHOS


Ola

Sabe quando você lê uma coisa que te dá um verdadeiro tapa na cara? Estava lendo os textos da comunidade Gravidez, Parto e Amamentação no Facebook e me deparei com este texto. Acho que mesmo quem não tem filhos, acaba se identificando na forma que temos que olhar as crianças.

Boa leitura!


DEZ MODOS COMO NÃO COMPREENDEMOS NOSSOS FILHOS

por Jan Hunt,  psicóloga diretora do "The Natural Child Project".

1. Esperamos que nossos filhos sejam capazes de fazer coisas para as quais ainda não estão prontos.

Pedimos para um bebê ficar quieto. Pedimos para uma criança de 2 anos permanecer sentada. Pedimos para uma criança de 4 anos limpar seu quarto. Estamos plantando decepções para nós mesmos e para a criança, que será repetidamente incapaz de nos satisfazer. Ainda assim, muitos pais pedem para os filhos pequenos fazerem coisas difíceis até para crianças maiores. Em resumo, pedimos que as crianças parem de agir de acordo com sua idade.

2. Ficamos irritados quando a criança não faz o que precisamos.
Uma criança só faz aquilo que é capaz de fazer. Se uma criança não é capaz de fazer algo que lhe pedimos, é injusto e irreal esperar ou exigir mais, e a raiva só piora a situação. Uma criança de 2 anos só pode agir como uma criança de 2 anos; uma de 5 não é capaz de agir como se tivesse 10, uma de 10 não pode agir como um adulto. Esperar mais é irreal e fútil. A capacidade da criança tem limites, e  não aceitá-los resultará em frustrações para ambas as partes.

3. Desconfiamos dos motivos da criança.
Se uma criança não é capaz de fazer o que precisamos, concluímos que ela está nos desafiando em fez de avaliar a situação do ponto de vista da criança, para descobrir qual é o problema verdadeiro. Uma criança "teimosa" pode na realidade estar doente, cansada, com fome ou com dor, reagindo a uma ferida física ou emocional, ou lutando contra algum problema ignorado, como uma alergia alimentar. Ainda assim, nós descartamos essas possibilidades em favor de pensar o pior sobre a personalidade da criança.

4. Não permitimos que as crianças sejam crianças.
Parece que esquecemos como era ser criança e esperamos que nossos filhos se comportem como adultos em vez de agir de acordo com sua idade. Uma criança saudável é rebelde, barulhenta, dispersiva e expressa suas emoções. Todos esses "problemas" não  são problema algum, mas qualidades normais de uma criança normal. Na verdade o quê é anormal é a nossa sociedade, com suas expectativas de comportamento perfeito.

5. Invertemos a situação.
Esperamos ou exigimos da criança aquilo que precisamos - silêncio, um sono sem interrupções, atender nossos desejos e daí por diante. Em vez de aceitar nosso papel de pais e atender às necessidades da criança, esperamos que a criança atenda às nossas. Às vezes ficamos tão concentrados em nossas frustrações e necessidades insatisfeitas que esquecemos que se trata de uma criança, com necessidades próprias.

6. Culpamos e criticamos a criança por errar.
Mas as crianças têm muito pouca experiência de vida e é inevitável que errem. Erros fazem parte do aprendizado normal, em qualquer idade. Em vez de compreendermos e ajudarmos a criança, nós a culpamos, como se ela fosse capaz de aprender tudo perfeitamente na primeira tentativa. Errar é humano; errar na infância é humano e inevitável. Ainda assim, nós ficamos surpresos e decepcionados a cada erro, infração ou comportamento inadequado. Não faz sentido agir como se pudéssemos esperar um comportamento perfeito da criança o tempo todo.

7. Esquecemos que a culpa e a crítica podem ferir profundamente a criança.
Muitos pais tomaram consciência de que o castigo físico é errado e nocivo, mas muitos de nós esquecemos o quanto dóem as palavras de raiva, os xingamentos e a culpa, para uma criança que só pode chegar à conclusão de que errou.

8. Esquecemos como as atitudes amorosas são regeneradoras.
Caímos em círculos viciosos de raiva e culpa, em vez de parar e transmitir amor, confiança, auto-estima e segurança com abraços e palavras carinhosas.

9. Esquecemos que o nosso próprio comportamento é a lição mais importante para a criança.
O que a criança leva em conta de fato é "faça o que eu faço e não o que eu digo". Um pai ou uma mãe que bate no filho porque ele bateu em alguém, dizendo que bater é errado, na verdade está ensinando que bater é certo, pelo menos para quem tem autoridade. É dando aos problemas soluções pacíficas que os pais estarão ensinando seu filho a ser uma pessoa pacífica. Aquilo que costumamos chamar de problema é a melhor oportunidade para ensinarmos valores, pois as crianças aprendem melhor vivenciando as situações reais.

10. Vemos apenas o comportamento exterior e não as boas intenções da criança.
Quando o comportamento da criança nos desaponta, deveríamos, acima de qualquer coisa, "pensar o melhor". Deveríamos pensar que a criança está com boas intenções e que está simplesmente fazendo o melhor que pode perante as circunstâncias ( algumas evidentes e outras que desconhecemos), considerando o seu nível de experiência de vida. Se nós sempre pensarmos o melhor sobre nossos filhos, eles serão livres para dar o melhor de si. Se dermos só amor, amor é tudo o que vamos receber.

Minha filha nasceu e eu fiquei ... triste?

Calma calma, que a tristeza já passou

Mas não poderia deixar de escrever sobre o baby blues que também me pegou.

Minha filha está com 15 dias, posso dizer que estou melhor com relação a melancolia pós parto, apesar de achar que eu estou bem vulnerável ainda.

Logo depois que minha filha nasceu, senti uma tristeza muito grande, não com relação a ela, mas uma tristeza sem explicação. Muita vontade de chorar sem motivo, um sentimento enorme de incapacidade e uma sensação de que eu não iria dar conta.

É de fato muita mudança, um dia você esta grávida e aquela vidinha esta dentro de você, totalmente dependente mas segura, no outro dia ela esta nos seus braços e você não sabe se vai dar conta.

Descobri que esta melancolia é também resultado da queda de hormônios. Segundo o site Baby Center  60% a 80% das mamães experimentam este sentimento.

É horrível  Não só pelo sentimento em si, mas porque nos sentimos culpadas por estar triste num momento que deveríamos estar felizes.

A boa noticia é : PASSA. Não demora muito e a tristeza começa a ir embora.

É sempre bom ficar atenta , pois caso os sintomas não passem, é bom informar o médico para prevenir uma depressão pós parto.

Beijus!


Duvidas, mitos e verdades sobre o parto

Ola mamães.

Achei muito interessante estas informações divulgadas no site da Agencia Nacional de Saúde.

Bora nos informar mais sobre verdades e mitos sobre o parto.

Qual o índice de cesarianas registrado no Brasil? E no mundo? Que índice é considerado ideal?
No Brasil, cerca de 40% dos partos realizados pelo sistema público e pelo sistema suplementar são cesarianas. Considerando apenas os planos de saúde a taxa de cesariana chega a 84%. No mundo, esse percentual varia de acordo com a realidade de cada país. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ideal é que apenas 15% dos partos sejam cesáreas, pois é neste percentual que se verificam indicações reais para sua realização.
 
De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde, as cirurgias deveriam corresponder a, no máximo, 15% dos partos. Por que o percentual de cesarianas é alto no Brasil?
Por questões culturais e do modelo de organização da atenção ao parto no Brasil, tais como: pagamento por procedimento, conveniência de programar a data e hora do parto, valorização excessiva do uso de tecnologias, ausência de equipes estruturadas nas maternidades para atenção ao parto; ambiência das maternidades desfavorável, falta de incentivo aos médicos para realizarem parto normal, entre outros fatores.
 
O que a ANS pode fazer para reduzir as cesarianas desnecessárias no Brasil? Porque está preocupada com isso?
A ANS tem atuado em diversas frentes para induzir a reversão da atual proporção de cesarianas no setor suplementar. É fundamental envolver toda a sociedade nesta discussão. Neste sentido, a ANS tem investido em informação para população, trabalhado em um projeto de intervenção com o CFM, participado de vários eventos divulgando informações para os profissionais de saúde e investindo em pesquisa para compreender melhor os determinantes deste fenômeno e formas alternativas de organização do modelo de atenção ao parto e nascimento com vistas ao aumento da proporção de partos normais. Em um dos estudos financiados pela ANS, no Rio de Janeiro, em hospitais privados, constatou-se que, embora cerca de 70% das mulheres não manifestem preferência inicial por parto cesáreo, 90% dessas gestações terminam em cesáreas.
Esse percentual sinaliza que outros fatores que não a indicação médica em função do melhor para a mãe e o bebê podem estar influenciando essa decisão e acarretando custos e riscos desnecessários.
 
Como estão integradas as ações do Ministério da Saúde e da ANS no que diz respeito à redução das cesarianas desnecessárias?
A redução de cesarianas desnecessárias no Brasil é uma preocupação tanto do Ministério da Saúde, quanto da ANS. Um exemplo da integração entre as ações de ambos em direção à redução das cesarianas desnecessárias foi a campanha publicitária lançada em 2008, em parceria entre ANS e MS.

» Bebê e mamãe
Se a bacia da mulher for estreita, como o parto normal pode ser viabilizado?
É possível que um bebê seja grande demais para a bacia da mãe, ou então que ele esteja numa posição que não permita seu encaixe, porém somente cerca de 5% dos partos estariam sujeitos a essas condições. Na verdade, é impossível assegurar se o bebê vai ou não ter espaço para passar enquanto o trabalho de parto não acontecer, a dilatação chegar ao máximo e o bebê não se encaixar.
 
E se o bebê “passar da hora”, o que fazer?
Os bebês costumam nascer com idade gestacional entre 37 e 42 semanas. Deste modo, até 42 semanas, se o pré-natal for adequado e todos os exames comprovarem o bem estar fetal, não há motivos para preocupação. Por outro lado, caso os exames apontem para uma diminuição da vitalidade, a indução do parto pode ser uma ótima alternativa.
 
Se o bebê se enrolar no cordão umbilical, ele se enforca?
O cordão umbilical é preenchido por uma gelatina elástica, que dá a ele a capacidade de se adaptar a diferentes formas. O oxigênio vem para o bebê através do cordão direto para a corrente sanguínea. Assim, o bebê não pode sufocar.

» Mitos
É verdade que a falta de dilatação com frequência inviabiliza o parto normal?
Não. Tecnicamente não existe falta de dilatação em mulheres em trabalho de parto. Quando a mulher entra em trabalho de parto a dilatação irá acontecer. Contudo em muitos casos, a mulher apresenta contrações fracas que caracterizam o chamado “falso trabalho de parto” ou pródromos. Nesta fase ainda não há progressão da dilatação, com isso muitas mulheres acreditam que não tiveram dilatação, mas na verdade é preciso esperar o tempo certo para a mulher entrar efetivamente em trabalho de parto. A dilatação do colo do útero é um processo passivo que só acontece com as contrações uterinas.
 
Depois que a bolsa rompe, é verdade que o líquido seca e fica mais difícil para o bebê passar? Nesse caso, o parto normal não seria excessivamente doloroso?
Na verdade, depois que a bolsa rompe, o líquido amniótico continua a ser produzido e a cabeça do bebê faz um efeito de "fechar" a saída, de modo que o líquido continua se acumulando no útero. Além disso, o colo do útero produz muco continuamente. Esse muco serve como um lubrificante natural para o parto.
 
Como o parto normal pode ser indicado se ele é acompanhado de tantas dores, enquanto no parto cesáreo não há dor?
É verdade que o parto normal envolve dor. As primeiras contrações lembram cólicas menstruais e, à medida que o trabalho de parto evolui, elas se tornam mais intensas. Quando o colo do útero atinge 4 ou 5 cm de dilatação, mais ou menos na metade do parto, os médicos podem lançar mão da analgesia peridural. Esse recurso elimina totalmente a sensibilidade à dor mas preserva os movimentos da gestante para o parto. A intensidade da dor pode variar de mulher para mulher, como mencionado acima. As mais bem preparadas e que podem desfrutar de um ambiente acolhedor costumam passar de forma mais tranquila pela experiência. Porém, é um mito que cesariana poupa a mulher totalmente de dor. Afinal, trata-se de uma cirurgia e sua recuperação é muito mais lenta e, em alguns casos, dolorosa a ponto de exigir o uso de analgésicos para aliviar o desconforto do pós-operatório .
 
É verdade que o bebê “sofre” durante o parto?
Não. Na realidade, os mecanismos naturais do parto normal preparam o bebê para nascer bem. As contrações, por exemplo, funcionam como uma "massagem", favorecendo a expulsão dos líquidos pulmonares do bebê e tornando-o mais bem adaptado para respirar. Já a criança "tirada" do útero, em dia e hora marcados, não tem a chance de passar por esses processos naturais. O chamado “sofrimento fetal” não tem relação com os esforços do bebê para nascer: ele acontece quando o fornecimento de oxigênio para o bebê fica prejudicado, por problemas como descolamento prévio da placenta ou sequelas de diabetes ou hipertensão maternas.

» Métodos e técnicas
Os planos de saúde cobrem parto domiciliar?
A Lei 9656/98, que estabelece as bases para as coberturas obrigatórias pelos planos de saúde ou rol de procedimentos, não define assistência domiciliar como obrigatória. Entrento, a operadora de planos de saúde pode oferecer, no contrato do plano, a assistência domiciliar (inclusive para parto) como um serviço adicional, por uma decisão da operadora.

A quem compete decidir que método de parto usar?
Em relação ao tipo de parto, será uma decisão compartilhada entre médico e mulher/família. O profissional deve fornecer informações sobre a situação clínica da mulher e riscos e benefícios envolvidos com cada escolha, ajudando na tomada de decisão. O profissional não deve se isentar de sua responsabilidade nesta decisão, colocando toda o peso da decisão sobre a mulher. Tão pouco deve manipulá-la, para que decida de acordo com sua conveniência. Deve, sim, esclarecer a mulher, de forma isenta, e compartilhar a responsabilidade pela tomada de decisão.

Mulheres submetidas a cirurgias de ovários, como a remoção de um dos ovários, por exemplo, sofrem corte abdominal similar ao de uma cesariana. Nesses casos, um parto futuro pode ser normal ou deve ser cesárea? , há restrições para a realização de um parto normal?
Muito embora não haja uma contra-indicação absoluta para realização de parto vaginal no caso de ter sido realizada uma cirurgia de ovários anteriormente, essa decisão depende de uma avaliação médica do caso específico. O intervalo de tempo decorrido entre a primeira cirurgia e o parto e a exitência ou não de complicações no pós-operatório da primeira cirurgia, entre outros fatores, devem ser considerados. Não é possível estabelecer um posicionamento claro sem estudar cuidadosamente a história clínica como um todo. Nesse caso, a melhor indicação é uma consulta médica detalhada e criteriosa a um - ou mais de um - médico, quando todas as dúvidas devem ser esclarecidas.

No final da gravidez, a placenta velha pode colocar em risco a saúde do bebê?
O exame de ultrassom não avalia exatamente a qualidade da placenta. Adicionalmente, uma qualidade prejudicada da placenta só sinaliza a indicação para parto cesáreo se considerada em conjunto com outros diagnósticos, como a ausência de crescimento do bebê, por exemplo. A maioria das mulheres tem um "envelhecimento" normal e saudável de sua placenta no final da gravidez.

» Planos de saúde
O plano de saúde deve cobrir acompanhante no hospital para a gestante?
A Resolução Normativa - RN nº 167, de 9/01/2008, que constitui a referência básica para cobertura assistencial nos planos privados de assistência à saúde regulamentados pela Lei 9656/98, garante, em seu Art. 16, inciso I, aos beneficiários de planos hospitalares com obstetrícia, a cobertura de um acompanhante indicado pela mulher durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. Alguns serviços cobram uma taxa para a presença do acompanhante na sala de parto, destinada a cobrir os gastos com a limpeza e higienização das roupas cirúrgicas e o uso de máscaras e toucas descartáveis utilizadas pelo acompanhante da gestante. A existência e o valor dessa taxa devem ser negociados entre a operadora de plano de saúde e o prestador (hospital ou clínica), por meio da contratualização. De qualquer modo, essa cobrança não pode ser repassada à beneficiária, sob pena de descumprimento da lei. Em caso de dúvida, a beneficiária pode consultar a ANS . É importante observar que a presença do acompanhante no momento do parto depende das condições clínicas da parturiente e, por consequência, da concordância do médico assistente e/ou da equipe do hospital.
O que a beneficiária de plano de saúde com assistência obstétrica pode exigir de seu plano de saúde? E do hospital?
Desde que tenha cumprido a carência de 300 dias e que seu plano tenha cobertura obstétrica, a beneficiária pode exigir a cobertura do parto, a inscrição do filho no mesmo plano sem carência em até 30 dias após o parto, cobertura de acompanhante da escolha dela durante o trabalho de parto, além de parto e pós-parto sem a cobrança de taxas.
 
Ao engravidar, a mulher pode trocar de plano de saúde?
Sim, porém não terá cobertura obstétrica, a não ser que se trate de portabilidade ou de compra de carência.
 
Caso não tenha seus direitos ou os de seu filho respeitados pelo hospital ou pelo plano de saúde, o que a mãe pode fazer?
A mãe deve encaminhar denúncia à ANS, pelo DISQUE ANS: 0800 701 9656 ou pelo Fale Conosco do site da ANS (www.ans.gov.br)
 
O que a operadora de plano de saúde e o hospital podem exigir da mãe e do bebê para garantir o atendimento?
As mesmas exigências que valem para cobertura de qualquer procedimento em plano de saúde. No caso específico do parto, vale o cumprimento dos 300 dias de carência em plano regulamentado.
 
O bebê tem direito à cobertura pelo plano, ou somente a mãe?
No caso de plano regulamentado, com cobertura obstétrica, está assegurada a inscrição do filho, até 30 dias após o parto, sem a necessidade do cumprimento do período de carência, mesmo que o bebê não tenha nascido com médico ou enfermeira obstétrica credenciados pelo plano, desde que a mãe ou o pai já tenha cumprido os 300 dias de carência para parto. Se o plano não tiver cobertura obstétrica – isto é, se for um plano ambulatorial ou hospitalar sem obstetrícia - a criança poderá ser incluída no plano, porém terá de cumprir as carências normalmente.

Fone: http://www.ans.gov.br/portal/site/_hotsite_parto_2/perguntas.asp

Amamentação por livre demanda x Rotina



Veja bem, agora eu vou só filosofar tá? Como mãe de primeira viagem  grávida de 9 meses vou falar sobre uma experiência que eu ainda não tenho.

Ando lendo (tentando ler) dois livros que falam a respeito de como "domar" os babys. Um é o”A encantadora de bebês”, que infelizmente criei antipatia com ele já de cara( isto é tema para outro post), e o outro é o especifico para o sono, “Nana Neném”.

Os dois livros tratam que a solução para os problemas dos bebês é a rotina, incluindo na amamentação, isto quer dizer horário para tudo. Por exemplo:

Se o bebê mama de 3 em 3 horas, caso ele queira em um dia mamar de 2 em 2, ou seja, acordar uma hora mais cedo pedindo peito você não deve dar. Sim não estou exagerando.
(Nem preciso dizer que quando leio isto e me imagino com uma neném recém nascida em casa, chorando, pedindo peito meu pensamento grita” dizendo que isto não vai funcionar por aqui....” )

Então é nisto que consiste a rotina da amamentação. Você estipula juntamente com o pediatra horários, geralmente de 3 em 3 horas e cumpre estes horários. Se o neném esta dormindo você o acorda ( Oi?), se ele resolve dar uma de espertinho e quer mamar antes , você não dá. Afinal nem sempre choro é fome e teoricamente se você o alimentou há poucas horas ainda não chegou sua hora de mamar. A teorica é esta.

Onde entra a livre demanda nesta historia?

Bom nenhum destes dois livros que eu li apoiam a amamentação por livre demanda. Estive buscando maiores informações, li várias matérias em vários sites. Entendo que livre demanda é o seguinte: O neném pede o peito, você dá. Não há controle de horários, não se acorda o neném para mamar e não se nega o peito quando ele pede. Segundo diz o site bebe.com.br   a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) , recomenda a livre demanda.
Ainda segundo o que diz a matéria as vantagens da livre demanda são:
  • A criança perde menos peso após o nascimento
  • A produção do leite é mais adequada
  • Previne dor e endurecimento da mama congestionada
  • Controla a ansiedade do bebê
No site também diz que a amamentação regulada (de 3 em 3 horas) é mais indicada em casos onde a criança esta sendo alimentada por formulas porque a digestão dos leites industrializados é mais demorada e a criança se senta saciada por mais tempo. 

Quero deixar claro que, não sou contra a todo o tipo de rotina. Sou contra a todo o tipo regra exagerada. Cada bebê é de um jeito, a gente sabe que mesmo os recém nascidos já trazem uma personalidade, um jeitinho característico e fica difícil exigir que todos os bebês se comportem iguais. Existem muitos bebês que já nascem com uma certa rotina de horário para mamar, mas vai muito de cada organismo.

Acho sim que é interessante aplicar uma rotina com os bebês, uma especie de ritual , porque na verdade todos nós somos assim, e apesar de não cumprirmos rigorosamente com horários  um pouco de rotina faz parte. Mas acho que tudo tem um limite. Esta historia de deixar o bebê chorar até dormir.... deixar o bebê com fome porque não esta na hora de mamar, não dar muito colo porque vai mimar... . Sei lá, não sei até que ponto este tipo de coisa ajuda ou atrapalha no desenvolvimento, amadurecimento e conquista de confiança dos nossos filhos.

Claro, tudo isto sou eu filosofando né? Afinal a Alice ainda não nasceu então estou apenas pensando o que eu quero oferecer para ela.

E você, tem uma opinião formada a respeito disto? O que tem funcionado melhor para você, livre demanda ou rotina?

Abraços,

Parto Normal x Cesarea - A briga!

Se tem uma coisa que tem me deixado chateada é esta briga parto normal x cesarea que vem acontecendo ultimamente.

Acho que toda a discussão é valida , e toda opinião deve ser respeitada, mas ao que tudo indica a falta de respeito tem superado o foco principal.

O Brasil hoje em uma das mais altas taxas de cesareanas do mundo. Segundo a ANS dos partos ocorridos nos planos de saúde 79,70% são cesareas.

O site da ANS define a cesarea como " Intervenção cirurgia  com  a intenção de aliviar as condições maternas ou fetais quando há riscos para mãe e/ou feto, durante a gestação ou no trabalho de parto. Estes procedimentos, entretanto, não são isentos de risco, pois estão associados a maiores taxas de morbi-mortalidade materna e infantil (RATTNER, 1996; MARTINS-COSTA et al, 2002). "

Pelo que percebo, durante muitos anos divulgou-se a ideia de que o parto normal era antiquato , desnecessario, "anormal" entre muitos outros adjetivos que conhecemos. O parto cesarea virou uma verdadeira febre. A grande maioria dos médicos passou a indicar a cesarea sendo mais segura para as mamães e bebês, ao que tudo indica, devido aos valores repassados pelo plano de saude , pois o médico ganha praticamente o mesmopara fazer uma cesarea e um parto normal, porém o parto normal é muito mais demorado.

A praticidade do agendamento do nascimento , casou perfeitamente com a vida moderna que as mulheres tem atualmente e com a cesarea é muito mais fácil se programar para licença maternidade.
Percebo que muitas mulheres que tiveram seus partos normais forçados ( no SUS não é possivel escolher) e traumaticos, também contribuiram para uma propaganda negativa a respeito do parto normal.

Acontece que, como diz no proprio site da ANS a cesarea é uma cirurgia e possui os seus riscos, não que o parto normal não tenha, mas o procedimento é bem menos invasivo.

Acredito que os numeros da cesarea no Brasil estão tão alarmantes, que as campanhas "volta parto normal" começaram a surgir .

O problema é que, muitas vezes falta "sensibilidade das pessoas". Rotineiramente vemos nas redes sociais,  e em foruns na internet, brigas muito sérias entre pessoas que apoiam o PN x PC.

Me chateou, verdadeiramente, escutar uma vez pessoalmente e outra na internet, que parto normal é coisa de cadela. Primeiramente porque a grande maioria das nossas mães a avós tiveram parto normal, e chama-las de cadela, depois que tudo que elas passaram, muitas tiveram seus partos em casa, sem nenhum recurso é uma verdadeira sacanagem.
Também me chateia quando as defensoras do parto normal chamam todo médico de cesarista, e alegam que quem tem cesarea não é mae de verdade, que cesarea nao é parto,  enfim, falta respeito por ambos os lados.



Taxa de disponibilidade para o parto.

Ola

É uma cena que tem se repetido muito, você chega no médico para iniciar o seu pré natal e ele já te conta que caso você queira que ele faça seu parto, ira ter que desembolsar uma "pequena" taxa chamada taxa de disponibilidade.

É claro que gera uma revolta, afinal você tem um plano de saúde com obstetrícia, paga por isto( ou a empresa que você trabalha paga), e no final descobre que você tem duas opções, ou você paga para ter seu filho com um médico de sua confiança, ou você cai nas mãos do plantonista, e aí .... infelizmente é SORTE!

Mas, antes de você subir nas tamancas e resolver processar meio mundo, saiba que esta taxa não é ilegal. 

Esta taxa esta sendo cobrada pelos médicos porque?

O plano de saúde paga para o obstetra uma média de R$ 150,00 a R$ 300,00 por parto. Como disse uma ginecologista que eu me consultei, para eles não compensa sair do consultório, abandonar as consultas para atender um parto nestas condições financeiras. Então eles criaram esta taxa de disponibilidade. Esta taxa é para que o seu médico fique á sua disposição no dia do parto e realize seu parto.

E quanto custa? Bom aí é que complica. Esta taxa não é fixa, cada médico faz o seu  "preço" , e pode variar de R$ 500,00 a R$ 4.000,00  :o
Fonte: Google Imagens
E o que é pior, a taxa é igual tanto para parto normal ou para cesárea. O que sinceramente não entendo porque a cesárea é muito mais rápida que o parto normal.

Eu tenho visto muita gente dizendo que os médicos são mercenários, mas sinceramente eu não concordo.

O médico não é obrigado a aceitar um trabalho por um valor que ele não considere justo.  Por isto, eles cobram aquilo que eles consideram justo, vai de você aceitar ou não.

Para mim o pior são os planos de saúde, que ganham horrores e não pagam os médicos decentemente, fazendo com que tenhamos cada vez menos especialistas disponíveis no plano. Imagine se outras classes resolvem cobrar taxas de disponibilidade para cirurgias?

Meu médico cobra uma taxa de disponibilidade de R$ 500,00 para fazer o meu parto. Eu vou pagar, com gosto! Sei que tenho um plantonista disponível no hospital, mas sinceramente este é o momento mais importante da minha vida, e não gostaria de ter um desconhecido fazendo parte dele.

O que mais me chateia nesta historia é, muitas pessoas não terão condições de pagar esta taxa e serão submetidas a partos com plantonistas, os quais elas não conhecem  e não confiam. Será que isto também não pode ser traumatizante para a mamãe?


Espero que esta condição dos planos de saúde mude neste nosso pais.

Bjus

Cadeirinha & bebê conforto, comprar ou não comprar?

Ola mamães, tudo bem?

Bom se você tem carro a resposta  para o titulo é : COMPRAR.

Desde o dia 01/09/2010 esta valendo a lei que obriga o uso de cadeira ou bebê conforto para o transporte de crianças até 7,5 anos de idade.

Quem descumprir com a lei pode ser multado em R$ 191,54 e ainda perde 7 pontos na carteira com infração gravíssima. Sem contar que estes acessórios são itens de segurança para o transporte dos nossos filhos.

Como sei quando devo usar cadeirinha e quando é bebê conforto?

Bebês com até 1 ano de idade deverão usar o bebê conforto obrigatoriamente. O bebê conforto deverá estar preso ao cinto de segurança , e sempre deverá ser instalado de costas para o banco da frente. O item custa em média R$ 200,00.


Bebê conforto instalado.
Crianças com idade superior a 1 ano e inferior ou igual a 4 anos deverão usar a cadeirinha.A cadeirinha sempre será instalada de frente para o banco da frente. O item custa em média de R$ 200,00 a R$ 300,00.


Cadeirinha instalada

Crianças com idade superior a 4 anos e inferior a 7,5 anos deverão usar obrigatoriamente o assento de retenção. O custo varia em média de R$ 30,00 a R$ 70,00.

Assento de retenção instalado.

O site do Detran informa que a lei não exige que os equipamentos sejam aprovados pelo INMETRO  porém este selo garante uma qualidade maior no produto.

Beijus,





Acompanhante para o dia do parto.

Ola mamães,

Hoje vim postar para vocês algo muito importante, que é sobre o direito da gestante de ter o acompanhante no parto. Não são poucos os casos que ouvimos por ai de médicos e  maternidades que não permitem o acompanhante. É muito importante estar amparado por alguém que confiamos e amamos neste momento tão sensível.

Por isto, segue abaixo o texto retirado do site parto do principio . Aqui você encontra a lei que ampara este direito. Fique atenta ;)


Acompanhante no parto
Todas nós temos direito!
O parto é considerado um momento muito significativo e importante para muitas mulheres. E nesse momento, não precisamos ficar sozinhas. Temos o direito de ter um acompanhante de nossa livre escolha durante a internação. É o que diz a Lei 11.108, de abril de 2005:
Lei Federal nº 11.108, de 7 de abril de 2005
Art. 19-J. Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde - SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.
§ 1o O acompanhante de que trata o caput deste artigo será indicado pela parturiente.
O Ministério da Saúde lançou uma portaria para regulamentar essa lei. Define como “pós-parto imediato” o período de 10 dias após o parto e dá cobertura para que o acompanhante possa ter acomodação adequada e receber as principais refeições.
Portaria nº 2.418 do Ministério da Saúde, de 2 de dezembro de 2005

Regulamenta, em conformidade com o art. 1º da Lei nº 11.108, de 7 de abril de 2005, a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto, parto e pós-parto imediato nos hospitais públicos e conveniados com o Sistema Único de Saúde - SUS. 
Art. 1º Regulamentar, em conformidade com o art. 1º da Lei nº 11.108, de 7 de abril de 2005, a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto, parto e pós-parto imediato nos hospitais públicos e conveniados com o Sistema Único de Saúde - SUS.
§ 1º Para efeito desta Portaria entende-se o pós-parto imediato como o período que abrange 10 dias após o parto, salvo intercorrências, a critério médico.
§ 2º Fica autorizada ao prestador de serviços a cobrança, de acordo com as tabelas do SUS, das despesas previstas com acompanhante no trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, cabendo ao gestor a devida formalização dessa autorização de cobrança na Autorização de Internação Hospitalar - AIH.
§ 3º No valor da diária de acompanhante, estão incluídos a acomodação adequada e o fornecimento das principais refeições.
Art. 2º Os hospitais públicos e conveniados com o SUS têm prazo de 6 (seis) meses para tomar as providências necessárias ao atendimento do disposto nesta Portaria.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
O prazo para adequação dos hospitais terminou em junho de 2006!
Apesar de existirem interpretações de que essa Lei seria válida apenas aos serviços públicos de saúde através da citação: “... no âmbito do Sistema Único de Saúde”, de acordo com a Lei que rege o SUS (Lei 8.080 de 1990), esse direito é válido para todos os atendimentos independente da fonte de financiamento. O SUS engloba os serviços de saúde executados por pessoas naturais ou jurídicas, de direito público ou privado.

Lei 8.080 de 1990
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
Art. 1º Esta lei regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde, executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito Público ou privado.
A cada ano, o governo libera mais de 29 milhões de reais para custear a “Diária de acompanhante para gestante com pernoite”, de acordo com a Portaria nº 1.280 de junho de 2006.

Para os atendimentos realizados no setor privado, pelos planos de saúde, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) acrescentou a cobertura do acompanhante ao rol de procedimentos e eventos em saúde na RN 167 em 2008, que foi substituída pela RN 211 em 2010. Os planos de saúde devem dar cobertura ao acompanhante, isso é o BÁSICO de TODOS os Planos Hospitalares com Obstetrícia.
Resolução Normativa nº 211 da ANS, em 11 de janeiro de 2010
Do Plano Hospitalar com Obstetrícia
Art. 19. O Plano Hospitalar com Obstetrícia compreende toda a cobertura definida no artigo 18 desta Resolução, acrescida dos procedimentos relativos ao pré-natal, da assistência ao parto e puerpério, observadas as seguintes exigências:
I – cobertura das despesas, conforme indicação do médico assistente e legislações vigentes, relativas a um acompanhante indicado pela mulher durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, conforme assegurado pela Lei 11.108, de 7 de abril de 2005, ou outra que venha substituí-la;
Independente se seu plano de saúde é do tipo Quarto Coletivo ou Quarto Privativo, o plano de saúde deve cobrir o fornecimento de refeições (de acordo com a rotina de cada hospital), a acomodação adequada e a roupa esterilizada caso seja necessária. A cobrança de taxas para a entrada do acompanhante no parto é ILEGAL.
A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou em junho de 2008 uma resolução que regulamenta o funcionamento dos Serviços de Atenção Obstétrica e Neonatal.
Resolução da Diretoria Colegiada nº 36 da ANVISA, em 3 de junho de 2008
9. PROCESSOS OPERACIONAIS ASSISTENCIAIS
9.1 O Serviço deve permitir a presença de acompanhante de livre escolha da mulher no acolhimento, trabalho de parto, parto e pós-parto imediat
o.
Nessa resolução da ANVISA, além de reafirmar o direito à presença do acompanhante no parto, também estabelece parâmetros para o funcionamento dos serviços que prestam atendimento a partos e nascimentos. Dentre os temas abordados, contém informações sobre como deve ser a estrutura física, sobre prevenção e controle de infecção para trabalhadores, mulheres e seus acompanhantes, sobre biossegurança, entre outros.
Toda mulher tem direito a um acompanhante de sua livre escolha durante o seu pré-parto, parto e pós-parto imediato, nos serviços públicos e particulares de assistência à saúde.
Apesar de tantas leis, portarias e resoluções, muitos hospitais e maternidades ainda não permitem a entrada de acompanhantes no parto.
Se você foi impedida de ter um acompanhante durante o nascimento do seu filho(a), DENUNCIE!

Abraços,

Barriga, barriguda, desbarrigada.


E então eu resolvi escrever.

Estou entrando nas 28 semanas de gestação da Olga, nossa primeira filha de um casamento de quase 8 anos, e que vai muito bem obrigada. J
Bem,quando descobri que estava grávida achei melhor não divulgar muito a notícia (eu já havia passado por uma perda no ano passado, e não foi nada legal os comentários que ouvi quando daquele processo).
Descobrimos com 6 semanas.
Aí decidimos esperar até as 12 semanas para contar para a família (e como demoraram a chegar estas 12 semanas, minha nossa!)...
Contamos só para a família, e eu resolvi esperar mais um pouco para contar aos amigos, para enfim, dar aquele grito de gravidez que toda barriguda que se preze deseja (e merece!).
Esperei até as 15, quando confirmamos o sexo (e a barriguinha já dava fortes indícios de que não eram só gordurinhas acumuladas no meu abdômen!) para contar aos amigos.
No dia que contei (sim, eu publiquei no facebook, como uma retardada qualquer que não tem mais nada para fazer, mas que justifica o fato da felicidade ao saber que esperava uma menininha. Às vezes a felicidade extrema cega a gente! Então foi isso, eu ceguei! Podem me julgar!) foi muito legal! Mesmo! Todos nos parabenizavam, diziam palavras bonitas, enfim, foi uma delícia!
Mas durou pouco. Muito pouco essa minha lua de mel com os conhecidos e amigos falando da felicidade de ser mãe, do maior amor do mundo, enfim.
Porque, de repente, as pessoas começaram a se transformar, sofreram verdadeiras mutações, e todas, absolutamente todas começaram a ter alguma crueldade (que eu até acredito que não seja por mal!) para me falar!
É um tal de “tua barriga está muito baixa” prá lá, “teus pés não deveriam estar inchando desse jeito” prá cá, que eu to cansando de ser simpática!
Hoje minha gente, eu confesso aqui que se pudesse esconder o barrigão, não teria contado para ninguém!
Protegeria minha filha de todas estas opiniões, que eu nunca pedi, e que às vezes vem de pessoas que nem conhecemos! Porque sim, não há pudor que resista a vontade de contar uma tragédia ou deixar uma grávida encafifada com mais alguma dúvida (como se já não houvesse milhões delas cutucando nossas cucas!).
Tenho analisado (e me incomodado!) muito com isto, a verdadeira crueldade que as mulheres que já são mães a mais tempo tem para com as pobres barrigudas com pés-pão de primeira viagem como eu.
E na boa, ainda não consegui entender.
De qualquer forma, tenho pensado muito sobre isto e juro aqui publicamente, que não incomodarei nenhuma grávida sequer depois que Olga nascer.

Juro, juradinho!

Todos nós já fomos barriga, as meninas que fazem parte deste blog, assim como eu estamos barrigudas neste momento, mas logo, logo seremos desbarrigadas, e é aí que entra a minha promessa:

"Prometo ser uma militante ferrenha no que diz respeito ao respeito com as dúvidas, descobertas, inchaços, dorzinhas nas costas, alegrias e a fome (ahhh a fome!) de qualquer gravidinha que cruze meu caminho!"

Beijoca,

Bárbara :)


Compensa fazer chá de bebê?

Ola Mamães.

O Chá de bebê é uma tradição para gravidez assim como o chá de panela  para o casamento. Mas a duvida que sempre paira na cabecinha das mamães é  se vale ou não a pena fazer um chá de bebê/chá de fraldas.

O chá de bebê tem como intuito de ajudar a nova mamãe, com presentinhos uteis e  também  é uma forma de confraternizar e de celebrar este nova vidinha que vai chegar.

O certo seria que outras pessoas organizassem o chá de bebê para a gestante (amigas ou parentes). Isto porque para nós é muito mais cansativo organizar um evento, bater perna atrás das coisas e sem contar que o gasto também pode ser bem elevado e sabemos que nesta fase já temos um milhão de coisas para comprar.

Mas, sabemos que na realidade são poucas as pessoas que "ganham " um chá de bebê, na maioria  das vezes é própria gestante que organiza tudo , compra tudo e faz toda aquela correria.


O ideal é que o evento não seja mais caro que a quantidade de presentes que você vai ganhar para não sair no preju. Então com os comes por exemplo, é bom  contar com ajuda da mãe , sogra, amigas mais próximas e  cunhadas para levar alguns kitutes , assim você não precisará encomendar tudo de fora por exemplo, pois é um gasto bem grande.

Para que seu chá de bebê seja vantajoso para você, financeiramente falando, reuni algumas dicas, vamos lá:
  • Quantidade de pessoas: Neste tipo de evento geralmente muita gente falta, tente confirmar a presença e mesmo assim pode considerar uma falta de 15% das pessoas confirmadas. Assim você evita de providenciar mais comida e bebida que necessário.

  • Decoração: Este item é o que mais gasta no chá de bebê depois das comidas, bexigas, lembranças tudo isto pesa no orçamento, portanto pesquise bastante e corte supérfluo  Alguns sites disponibilizam artes semi prontas de artigos para o chá de bebê, você pode fazer sua própria lembrancinha e seu bolo de fraldas por exemplo.

  • Bebidas: Se você fizer chá de bebê misto com homem e mulher , considere que talvez tenha que disponibilizar cerveja e ai o orçamento sobe um pouco ( no meu caso foi misto, mas como foi no salão da igreja não teve bebida alcoólica) .

  • Não tenha medo de especificar o presentinho: Muita gente fica sem graça de colocar no convite o que quer ganhar. Mas isto já é uma tradição do evento, e evita que você ganhe coisa repetida ou que não queira ganhar. Masss se você não se importa de ganhar presentes repetidos ou fraldas de diversas marcas, também pode deixar a critério do convidado.

Espero que estas dicas ajudem , aproveitem e curtam o evento!

Atualização: Após acompanhar o relato de muitos chás de bebês, cheguei a conclusão que a maioria das pessoas se decepciona com relação a quantidade de pessoas. Muita gente falta. Aconselho a dar bastante atenção ao item de confirmar presença e de considerar o percentual de falta para não ter prejuizo e desperdicio com a quantidade de comida.

Como nasceu o blog

Olá mamães tudo bem?

Este blog tem como objetivo reunir ideias, opiniões, experiências, enfim, compartilhar vivencias de diversas mamães.

Nos conhecemos através do site  Baby Center no grupo de Mães de Fevereiro de 2013. Como a falação era muita , e a necessidade de compartilhar era enooorme, a Dani criou um grupo fechado no Facebook chamado Mamães de 2013.

Ele começou pequeno e hoje conta com 83 mamães ( isto mesmo, quase 100 mães) de todos os lugares do Brasil, diversas faixas etárias e muitas personalidades diferentes que conversam diariamente sobre suas rotinas de gravidas, todas com a DDP para fevereiro ou bem proximo ( final de janeiro, começo de março)

Ali já rolou de tudo, amor, ódio, muito hormônio doido , pouca paciência ( paciência, cuma?) e muita, mas muita compreensão e apoio.A quantidade de experiência trocada é absurdamente riquíssima.

Tantas dúvidas,tantos medos, tantos anseios e tantas alegrias e aí surge a ideia, porque não juntar tanta coisa boa em um blog?

 E assim nasce o Mães a Flor da Pele!

Junte-se a nós!

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