Eu sempre fui aquela pessoa que tem dificuldade de voltar no mesmo salão, porque inicialmente me passam um preço, mas depois de mexer na juba ... o preço dobra.
Meu sonho sempre foi ter menos cabelo, e parece que todas as minhas preces foram ouvidas agora, no pós parto.
Meu cabelo tá MUITO fino, sério, parece que caiu metade dos meus cabelos e continua caindo.
Sem contar uma falha no meio da cabeça de cabelo que caiu quanto eu estava grávida.
Se você também esta passando por isto : Calma, a tendencia é melhorar.
Algumas pessoas acreditam que a queda de cabelo é influenciada pelo parto, outras acreditam que o vilão é a amamentação , mas na verdade não é nenhum dos dois.
O nosso cabelo cai muito menos na gravidez, e no pós parto o corpo compensa esta queda. Fatores como queda hormonal, stress, perda rápido de peso fazem com que os fios se suicidem da nossa cabeça. A médica de perda de fios é 100 a 125 fios por dia e no pós parto esta queda pode chegar a 500 fios/dia :o , é muito eu sei, mas dificilmente vamos ficar carecas.
Agora a boa noticia : A queda deve normalizar mais ou menos 6 meses do pós parto. Se a coisa tiver muito feia vale tomar vitaminas ( pode ser a mesma utilizada na gravidez) e consultar um dermatologista.
O duro é aguentar meu cabelo em TODOS os lugares da casa. Até na fralda da minha filha eu acho cabelo.
Mas vamos lá, falta pouco para os 6 meses.
Beijus
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Passeio cazamiga, amamentando em publico!!
Ontem foi dia de passear.
Eu e a filhota fomos juntas encontrar azamiga e seus filhos no shoppis. Só quem tem filho pequeno sabe como é difícil a gente sair . Só de pensar no empenho de arrumar mala, põe carrinho no carro, põe bebê conforto, depois tira de novo .... Sem contar que andar de carrinho em lugares cheios de gente é bem chato.
Mas foi legal, eu precisava sair um pouco e me distrair. Ocorre que minha pequena razão de viver só mama no peito (tks god) e ela não escolhe hora e nem lugar pra ter fome, assim como eu e você. E como a comida dela sou eu, mas precisamente os meus seios, eu preciso tira-los para fora seja no shopping, farmácia, igreja ou seja : QUALQUER LUGAR.
Para minha surpresa muitas pessoas ficam olhando a gente amamentar. Estar ali com o seio exposto amamentando a cria, parece uma verdadeira ofensa para a sociedade. E algumas pessoas ficam encarando, comentando como se estivessem vendo a maior perversidade acontecer.
Sinceramente? Não me sinto nadim incomodada. Mas é fato que se algum dia alguma pessoa vier me falar, acho que o sangue vai ferver.
Num país onde muita gente anda mais pelado que índio , e que esta totalmente acostumado com os seios de fora no carnaval, é um verdadeiro absurdo as pessoas terem preconceito com amamentação.
Sim , no shopping existe um sofazinho para amamentar lá no fraldário. Mas eu me nego a amamentar minha filha no mesmo lugar onde todo mundo esta trocando fralda só porque tem gente que é mal resolvido com o corpo e sexualidade. Porque honestamente, não há nenhuma razão para ter pudor em amamentar.
E nemmmm me peça para colocar um pano na cara da criança para deixar ela cozinhando lá dentro. O máximo que eu faço é cobrir um pouco o seio ( não a criança).
Mas gente, sério mesmo. Que mundo vamos deixar para nossos filhos, que preconceitos são esses?
Depois quando as mulheres crescem achando feio amamentar a gente não sabe da onde vem.
#tristerealidade.
Bejos
Eu e a filhota fomos juntas encontrar azamiga e seus filhos no shoppis. Só quem tem filho pequeno sabe como é difícil a gente sair . Só de pensar no empenho de arrumar mala, põe carrinho no carro, põe bebê conforto, depois tira de novo .... Sem contar que andar de carrinho em lugares cheios de gente é bem chato.
Mas foi legal, eu precisava sair um pouco e me distrair. Ocorre que minha pequena razão de viver só mama no peito (tks god) e ela não escolhe hora e nem lugar pra ter fome, assim como eu e você. E como a comida dela sou eu, mas precisamente os meus seios, eu preciso tira-los para fora seja no shopping, farmácia, igreja ou seja : QUALQUER LUGAR.
Para minha surpresa muitas pessoas ficam olhando a gente amamentar. Estar ali com o seio exposto amamentando a cria, parece uma verdadeira ofensa para a sociedade. E algumas pessoas ficam encarando, comentando como se estivessem vendo a maior perversidade acontecer.
Sinceramente? Não me sinto nadim incomodada. Mas é fato que se algum dia alguma pessoa vier me falar, acho que o sangue vai ferver.
Num país onde muita gente anda mais pelado que índio , e que esta totalmente acostumado com os seios de fora no carnaval, é um verdadeiro absurdo as pessoas terem preconceito com amamentação.
Sim , no shopping existe um sofazinho para amamentar lá no fraldário. Mas eu me nego a amamentar minha filha no mesmo lugar onde todo mundo esta trocando fralda só porque tem gente que é mal resolvido com o corpo e sexualidade. Porque honestamente, não há nenhuma razão para ter pudor em amamentar.
E nemmmm me peça para colocar um pano na cara da criança para deixar ela cozinhando lá dentro. O máximo que eu faço é cobrir um pouco o seio ( não a criança).
Mas gente, sério mesmo. Que mundo vamos deixar para nossos filhos, que preconceitos são esses?
Depois quando as mulheres crescem achando feio amamentar a gente não sabe da onde vem.
#tristerealidade.
Bejos
E pintar o cabelo amamentando, pode?
Sim eu sei, o seu cabelo esta suplicando por uma química. O meu também, se isto te consola .
Estamos ai, sem pintar a juba desde a noticia do positivo ( no meu caso vai fazer um ano que descobri que estava gravida) e é claro, a raiz do meu cabelo esta enorme. Pra te ser sincera, não é algo que esta me incomodando, me incomoda mais o tom amarelado das pontas.
Mas quer uma boa noticia? Pode sim pintar o cabelo na amamentação. O Ministério da Saúde diz:
"Tinturas : Uso compatível com a amamentação, desde que não contenham o metal chumbo."
E por minha conta, eu aconselharia utilizar uma tintura sem amônia também.
Eu acho que vou aproveitar que meu cabelo ta meio a meio, e vou fazer um estilo ombré hair, que tal?
Beeeejo
Estamos ai, sem pintar a juba desde a noticia do positivo ( no meu caso vai fazer um ano que descobri que estava gravida) e é claro, a raiz do meu cabelo esta enorme. Pra te ser sincera, não é algo que esta me incomodando, me incomoda mais o tom amarelado das pontas.
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| Fonte : Google |
Mas quer uma boa noticia? Pode sim pintar o cabelo na amamentação. O Ministério da Saúde diz:
"Tinturas : Uso compatível com a amamentação, desde que não contenham o metal chumbo."
E por minha conta, eu aconselharia utilizar uma tintura sem amônia também.
Eu acho que vou aproveitar que meu cabelo ta meio a meio, e vou fazer um estilo ombré hair, que tal?
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| Fonte: Google Imagens |
Beeeejo
Amamentar emagrece ?
Quem me dera se fosse como as pessoas contam.
Eu ouvi muito sobre o emagrecimento que vem com a amamentação. Muita gente que jura que emagreceu mais que engordou na gravidez, ou que conhece pessoas que secaram rapidamente.
Dai eu, que amamento em livre demanda ou seja, a torto e a direita pergunto o que há de errado comigo.
Engordei aproximadamente 13 a 14 kg na gravidez. Perdi 6 kg na primeira semana, 2 kg na segunda semana e ai parei. Depois de um bom suor consegue chegar nos 10 kg perdidos, a balança continua sambando muito. Estou lutando, de verdade para perder mais 4 kg.
Aquele emagrecimento louco que muita gente relata, sinceramente? Não vi por aqui. Eu tenho sentido muita fome,então as calorias gastas para produzir o leite eu consigo facilmente utilizar durante o dia.
Pior de tudo é olhar nas fotos , ver o rosto gordo, o corpo estranho e pensar : Será que ainda demora muito para chegar perto do que era antes?
Sei que é normal o corpo demorar até um ano para voltar ao normal, só que né? A auto estima vai la em baixo.
Acho que esta questão do emagrecimento pós parto varia muito conforme o peso anterior, metabolismo e kg ganhos.
Fiquei desanimada porque vi amigas perdendo em uma semana o que eu demorei um mês e meio para perder, por isto que eu digo, o metabolismo influencia muito.
Maaaaaaasss não da pra desanimar e para se desesperar muito, até porque não dá pra fazer dieta por enquanto, o jeito é tentar ir controlando e ver se consigo perder estes 4 kg até eu voltar a trabalhar (21/06).
Sinto uma ansiedade enorme depois que minha filha nasceu, sempre fui ansiosa, mas agora tá demais, e isto acho que atrapalha para emagrecer. Será que todo mundo sente fome na fase de amamentação?
Beijus
Eu ouvi muito sobre o emagrecimento que vem com a amamentação. Muita gente que jura que emagreceu mais que engordou na gravidez, ou que conhece pessoas que secaram rapidamente.
Dai eu, que amamento em livre demanda ou seja, a torto e a direita pergunto o que há de errado comigo.
Engordei aproximadamente 13 a 14 kg na gravidez. Perdi 6 kg na primeira semana, 2 kg na segunda semana e ai parei. Depois de um bom suor consegue chegar nos 10 kg perdidos, a balança continua sambando muito. Estou lutando, de verdade para perder mais 4 kg.
Aquele emagrecimento louco que muita gente relata, sinceramente? Não vi por aqui. Eu tenho sentido muita fome,então as calorias gastas para produzir o leite eu consigo facilmente utilizar durante o dia.
Pior de tudo é olhar nas fotos , ver o rosto gordo, o corpo estranho e pensar : Será que ainda demora muito para chegar perto do que era antes?
Sei que é normal o corpo demorar até um ano para voltar ao normal, só que né? A auto estima vai la em baixo.
Acho que esta questão do emagrecimento pós parto varia muito conforme o peso anterior, metabolismo e kg ganhos.
Fiquei desanimada porque vi amigas perdendo em uma semana o que eu demorei um mês e meio para perder, por isto que eu digo, o metabolismo influencia muito.
Maaaaaaasss não da pra desanimar e para se desesperar muito, até porque não dá pra fazer dieta por enquanto, o jeito é tentar ir controlando e ver se consigo perder estes 4 kg até eu voltar a trabalhar (21/06).
Sinto uma ansiedade enorme depois que minha filha nasceu, sempre fui ansiosa, mas agora tá demais, e isto acho que atrapalha para emagrecer. Será que todo mundo sente fome na fase de amamentação?
Beijus
Mitos sobre a amamentação
Olá,
Hoje trouxe para as mamães uma série de mitos a respeito da amamentação.
Infelizmente as propagandas mostram que a amamentar é um mar de rosas, mas na maioria dos casos o começo é muito difícil e a falta de informação somado a dor e ao cansaço faz com que muitas mamães desistam de amamentar. Não se deixe enganar, informe-se e vença esta batalha.
Beijus e boa leitura.
Hoje trouxe para as mamães uma série de mitos a respeito da amamentação.
Infelizmente as propagandas mostram que a amamentar é um mar de rosas, mas na maioria dos casos o começo é muito difícil e a falta de informação somado a dor e ao cansaço faz com que muitas mamães desistam de amamentar. Não se deixe enganar, informe-se e vença esta batalha.
Beijus e boa leitura.
Mito 1: Amamentar frequentemente reduz a produção de leite, produz um reflexo de ejecção débil e o fracasso da amamentação.
Realidade: A quantidade de leite que uma mãe produz chega a seu ponto óptimo quando é permitido à criança sadia mamar tantas vezes quanto necessite. O reflexo de ejecção de leite opera mais fortemente em presença de um bom fornecimento de leite que normalmente ocorre quando se pratica uma amamentação a pedido, isto é, sem impor horários.
Mito 2: Uma mãe necessita amamentar somente de quatro a seis vezes em cada 24 horas para manter uma boa quantidade de leite.
Realidade: Estudos científicos mostram que quando uma mãe amamenta frequentemente desde que a criança nasce, com uma média de 9,9 vezes em cada 24 horas durante os primeiros quinze dias, a sua produção de leite é maior, a criança ganha mais peso e a mãe amamentará por um período mais longo. A produção de leite tem sido demonstrada estar relacionada com a frequência das mamadas. A quantidade de leite começa a diminuir quando as mamadas são pouco frequentes ou restringidas. Não se deve esquecer que muitos bebés recém-nascidos mamam cada hora e meia ou cada duas horas, o que é normal e frequente.
Mito 3: As crianças obtêm todo o leite que necessitam durante os primeiros cinco a dez minutos de mamada.Realidade: Ainda que muitos bebés maiores possam receber a maior parte de seu leite nos primeiros cinco a dez minutos da mamada, isto não é regra geral a todas as crianças. Os recém-nascidos, que apenas estão a aprender a mamar, nem sempre são eficientes ao peito e geralmente necessitam de muito mais tempo para mamar. Poder mamar também depende do reflexo de descida do leite materno. Ainda que para muitas mães a descida do leite é quase imediata, para outras não. Em algumas mulheres, a descida de leite é escalonada, ocorre várias vezes durante uma só mamada. Em lugar de adivinhar, é melhor permitir que a criança mame até que mostre sinais de satisfação, tais como soltar o mamilo ou ter os braços e as mãos relaxadas.
Mito 4: As mães que amamentam devem espaçar as mamadas para que possam encher as mamas.
Realidade: A quantidade de leite que uma mãe produz chega a seu ponto óptimo quando é permitido à criança sadia mamar tantas vezes quanto necessite. O reflexo de ejecção de leite opera mais fortemente em presença de um bom fornecimento de leite que normalmente ocorre quando se pratica uma amamentação a pedido, isto é, sem impor horários.
Mito 2: Uma mãe necessita amamentar somente de quatro a seis vezes em cada 24 horas para manter uma boa quantidade de leite.
Realidade: Estudos científicos mostram que quando uma mãe amamenta frequentemente desde que a criança nasce, com uma média de 9,9 vezes em cada 24 horas durante os primeiros quinze dias, a sua produção de leite é maior, a criança ganha mais peso e a mãe amamentará por um período mais longo. A produção de leite tem sido demonstrada estar relacionada com a frequência das mamadas. A quantidade de leite começa a diminuir quando as mamadas são pouco frequentes ou restringidas. Não se deve esquecer que muitos bebés recém-nascidos mamam cada hora e meia ou cada duas horas, o que é normal e frequente.
Mito 3: As crianças obtêm todo o leite que necessitam durante os primeiros cinco a dez minutos de mamada.Realidade: Ainda que muitos bebés maiores possam receber a maior parte de seu leite nos primeiros cinco a dez minutos da mamada, isto não é regra geral a todas as crianças. Os recém-nascidos, que apenas estão a aprender a mamar, nem sempre são eficientes ao peito e geralmente necessitam de muito mais tempo para mamar. Poder mamar também depende do reflexo de descida do leite materno. Ainda que para muitas mães a descida do leite é quase imediata, para outras não. Em algumas mulheres, a descida de leite é escalonada, ocorre várias vezes durante uma só mamada. Em lugar de adivinhar, é melhor permitir que a criança mame até que mostre sinais de satisfação, tais como soltar o mamilo ou ter os braços e as mãos relaxadas.
Mito 4: As mães que amamentam devem espaçar as mamadas para que possam encher as mamas.
Realidade: Cada par mãe/filho é único e diferente. O corpo de uma mãe que amamenta está sempre a produzir leite. As suas mamas funcionam em parte como “depósitos de reserva”, alguns com maior capacidade que outros. Quanto mais vazia está a mama, mais rápido o corpo trabalhará para reabastecê-la. Quanto mais cheia está a mama, mais lenta será a produção de leite. Se uma mãe espera sistematicamente que suas mamas encham antes de amamentar, seu corpo pode receber a mensagem de que está a produzir leite em demasia e, por isso reduz a sua produção.
Mito 5: Na oitava semana de nascimento a criança necessita apenas de seis a oito mamadas; aos três meses requer apenas de cinco a seis mamadas; e aos seis meses, não mais do que quatro a cinco mamadas ao dia.
Realidade: A frequência das mamadas varia de acordo com vários factores: a produção de leite da mãe e sua capacidade de armazenamento (as mães com mamas maiores em geral têm maior capacidade de armazenamento), assim como as necessidades de crescimento da criança. Os dias em que se produzem picos de crescimento (dias de maior frequência) ou a criança está doente, os padrões de mamada dos bebés podem mudar temporariamente. É importante ter em conta que o consumo calórico da criança aumenta ao final da mamada, assim impor limites arbitrários sobre a frequência ou duração das mamadas podem levar a um consumo muito baixo de calorias por parte da criança.
Mito 6: É a quantidade de leite que o bebé consome, que determina quanto tempo uma criança aguenta entre as mamadas, independentemente se é leite materno ou de fórmula.
Realidade: Os bebés amamentados esvaziam o estômago mais rapidamente que os alimentados com biberão: aproximadamente uma hora e meia em vez de até quatro horas. Isto se deve ao tamanho muito menor das moléculas de proteínas que formam parte do leite materno, que são digeridas com maior rapidez. Ainda que a quantidade de leite consumido seja um dos factores que determina a frequência das mamadas, o tipo de leite é de igual importância. Estudos antropológicos dos leites produzidos pelos diversos tipos de mamíferos confirmam que os bebés humanos estão preparados para receber alimento com frequência e que assim tem sido feito através da história.
Mito 7: Nunca desperte o bebé que dorme.
Realidade: Ainda que seja verdade que a maioria dos bebés mostram quando tem fome, é possível que os recém-nascidos não acordem tão frequentemente quanto necessitem, por isso é necessário despertá-los para que mamem pelo menos oito vezes em cada 24 horas. Talvez não acordem por causa dos medicamentos que a mãe recebeu durante o parto, por icterícia, trauma, uso de chupeta, medicamentos maternos ou comportamento introvertido por parte dos bebés quando têm que esperar quando dão sinais de fome. Além do mais, as mães que querem aproveitar a infertilidade natural que produz a amenorreia durante a amamentação comprovam que o regresso da menstruação demora mais quando a criança continua a mamar de noite.
Mito 8: O metabolismo do bebé está desorganizado ao nascer e requer que se imponha uma rotina ou horário para ajudar a resolver esta desorganização.
Realidade: Os bebés nascem programados para mamar, dormir e ter períodos de vigília. Não é um comportamento desorganizado, mas um reflexo das necessidades únicas de cada recém-nascido. Com o decorrer do tempo os bebés adaptam-se gradualmente ao ritmo de vida do seu novo ambiente sem precisar de treino nem ajuda.
Mito 9: As mães que amamentam devem oferecer sempre ambas as mamas em cada mamada.
Realidade: É muito mais importante deixar que o bebé termine de mamar no primeiro lado antes de oferecer o segundo, ainda que isto signifique que recuse o segundo lado durante essa mamada. O último leite (que contém mais calorias) obtém-se gradualmente conforme a mama vai esvaziando. Ocorre que ao trocar-se de lado prematuramente, o bebé mamará apenas o primeiro leite, mais baixo em calorias, em vez de obter o equilíbrio natural entre o primeiro e segundo leite. Como resultado, o bebé não se satisfará e perderá peso, e provavelmente terá cólicas. Apenas durante as primeiras semanas, muitas mães oferecem ambas as mamas em cada mamada para ajudar a estabelecer o fornecimento de leite.
Mito 5: Na oitava semana de nascimento a criança necessita apenas de seis a oito mamadas; aos três meses requer apenas de cinco a seis mamadas; e aos seis meses, não mais do que quatro a cinco mamadas ao dia.
Realidade: A frequência das mamadas varia de acordo com vários factores: a produção de leite da mãe e sua capacidade de armazenamento (as mães com mamas maiores em geral têm maior capacidade de armazenamento), assim como as necessidades de crescimento da criança. Os dias em que se produzem picos de crescimento (dias de maior frequência) ou a criança está doente, os padrões de mamada dos bebés podem mudar temporariamente. É importante ter em conta que o consumo calórico da criança aumenta ao final da mamada, assim impor limites arbitrários sobre a frequência ou duração das mamadas podem levar a um consumo muito baixo de calorias por parte da criança.
Mito 6: É a quantidade de leite que o bebé consome, que determina quanto tempo uma criança aguenta entre as mamadas, independentemente se é leite materno ou de fórmula.
Realidade: Os bebés amamentados esvaziam o estômago mais rapidamente que os alimentados com biberão: aproximadamente uma hora e meia em vez de até quatro horas. Isto se deve ao tamanho muito menor das moléculas de proteínas que formam parte do leite materno, que são digeridas com maior rapidez. Ainda que a quantidade de leite consumido seja um dos factores que determina a frequência das mamadas, o tipo de leite é de igual importância. Estudos antropológicos dos leites produzidos pelos diversos tipos de mamíferos confirmam que os bebés humanos estão preparados para receber alimento com frequência e que assim tem sido feito através da história.
Mito 7: Nunca desperte o bebé que dorme.
Realidade: Ainda que seja verdade que a maioria dos bebés mostram quando tem fome, é possível que os recém-nascidos não acordem tão frequentemente quanto necessitem, por isso é necessário despertá-los para que mamem pelo menos oito vezes em cada 24 horas. Talvez não acordem por causa dos medicamentos que a mãe recebeu durante o parto, por icterícia, trauma, uso de chupeta, medicamentos maternos ou comportamento introvertido por parte dos bebés quando têm que esperar quando dão sinais de fome. Além do mais, as mães que querem aproveitar a infertilidade natural que produz a amenorreia durante a amamentação comprovam que o regresso da menstruação demora mais quando a criança continua a mamar de noite.
Mito 8: O metabolismo do bebé está desorganizado ao nascer e requer que se imponha uma rotina ou horário para ajudar a resolver esta desorganização.
Realidade: Os bebés nascem programados para mamar, dormir e ter períodos de vigília. Não é um comportamento desorganizado, mas um reflexo das necessidades únicas de cada recém-nascido. Com o decorrer do tempo os bebés adaptam-se gradualmente ao ritmo de vida do seu novo ambiente sem precisar de treino nem ajuda.
Mito 9: As mães que amamentam devem oferecer sempre ambas as mamas em cada mamada.
Realidade: É muito mais importante deixar que o bebé termine de mamar no primeiro lado antes de oferecer o segundo, ainda que isto signifique que recuse o segundo lado durante essa mamada. O último leite (que contém mais calorias) obtém-se gradualmente conforme a mama vai esvaziando. Ocorre que ao trocar-se de lado prematuramente, o bebé mamará apenas o primeiro leite, mais baixo em calorias, em vez de obter o equilíbrio natural entre o primeiro e segundo leite. Como resultado, o bebé não se satisfará e perderá peso, e provavelmente terá cólicas. Apenas durante as primeiras semanas, muitas mães oferecem ambas as mamas em cada mamada para ajudar a estabelecer o fornecimento de leite.
Mito 10: Se um bebé não aumenta bem de peso, é porque o leite de sua mãe é de baixa qualidade.
Realidade: Os estudos mostram que mesmo as mulheres desnutridas são capazes de produzir leite de suficiente qualidade e quantidade para suprir as necessidades de crescimento do bebé. Na maioria dos casos, o pouco peso deve-se ao consumo insuficiente de leite materno devido a horários restritos, a uma inadequada sucção ou a um problema orgânico do bebé.
Mito 11: Quando uma mulher tem pouco leite, geralmente é devido ao stress, a fadiga ou ao baixo consumo de alimentos e de líquidos.
Realidade: As causas mais comuns de pouco leite são: mamadas pouco frequentes e/ou problemas com a pega e postura do bebé ao mamar. Ambos os problemas são devido em geral à informação incorreta que recebe a mãe que amamenta. Os problemas de sucção do bebé também podem afectar de forma negativa a quantidade de leite que a mãe produz. O stress, a fadiga ou a má nutrição raramente são causas de baixa produção de leite, já que o corpo humano desenvolveu mecanismos de sobrevivência para proteger o lactente em tempos de fome extrema.
Mito 12: Uma mãe deve tomar leite para produzir leite.
Realidade: Uma dieta saudável e balanceada que contenha verduras, frutas, cereais e proteínas é tudo o que uma mãe necessita para nutrir-se adequadamente e produzir leite. O cálcio pode ser obtido de uma grande variedade de fontes não relacionadas com lácteos, como os legumes, sementes, frutas secas e pescados como sardinha e salmão com espinha. Nenhum outro mamífero toma leite para produzir leite.
Mito 13: Sugar sem o propósito de alimentar-se (sucção não nutritiva) não tem objectivo.
Realidade: As mães com experiência em amamentação aprendem que os padrões de sucção e as necessidades de cada bebé variam. Ainda que as necessidades de sucção de alguns bebés sejam satisfeitas primordialmente quando mamam, outros bebés requerem mais sucção ao peito, mesmo quando tenham acabado de mamar a alguns minutos. Muitos bebés também mamam quando têm medo, quando se sentem sós ou quando sentem alguma dor.
Realidade: Os estudos mostram que mesmo as mulheres desnutridas são capazes de produzir leite de suficiente qualidade e quantidade para suprir as necessidades de crescimento do bebé. Na maioria dos casos, o pouco peso deve-se ao consumo insuficiente de leite materno devido a horários restritos, a uma inadequada sucção ou a um problema orgânico do bebé.
Mito 11: Quando uma mulher tem pouco leite, geralmente é devido ao stress, a fadiga ou ao baixo consumo de alimentos e de líquidos.
Realidade: As causas mais comuns de pouco leite são: mamadas pouco frequentes e/ou problemas com a pega e postura do bebé ao mamar. Ambos os problemas são devido em geral à informação incorreta que recebe a mãe que amamenta. Os problemas de sucção do bebé também podem afectar de forma negativa a quantidade de leite que a mãe produz. O stress, a fadiga ou a má nutrição raramente são causas de baixa produção de leite, já que o corpo humano desenvolveu mecanismos de sobrevivência para proteger o lactente em tempos de fome extrema.
Mito 12: Uma mãe deve tomar leite para produzir leite.
Realidade: Uma dieta saudável e balanceada que contenha verduras, frutas, cereais e proteínas é tudo o que uma mãe necessita para nutrir-se adequadamente e produzir leite. O cálcio pode ser obtido de uma grande variedade de fontes não relacionadas com lácteos, como os legumes, sementes, frutas secas e pescados como sardinha e salmão com espinha. Nenhum outro mamífero toma leite para produzir leite.
Mito 13: Sugar sem o propósito de alimentar-se (sucção não nutritiva) não tem objectivo.
Realidade: As mães com experiência em amamentação aprendem que os padrões de sucção e as necessidades de cada bebé variam. Ainda que as necessidades de sucção de alguns bebés sejam satisfeitas primordialmente quando mamam, outros bebés requerem mais sucção ao peito, mesmo quando tenham acabado de mamar a alguns minutos. Muitos bebés também mamam quando têm medo, quando se sentem sós ou quando sentem alguma dor.
Mito 14: As mães não devem ser a “chupeta” de seu filho.
Realidade: Consolar e suprir as necessidades de sucção ao peito é o que preparou a natureza para mães e filhos. As chupetas são um substituto da mãe quando ela não está. Outras razões para oferecer a mama para acalmar o bebé incluem um melhor desenvolvimento oral e facial, o prolongamento da amenorreia, evitar a confusão de sucção e estimular uma produção adequada de leite que assegure um índice mais elevado de êxito da amamentação. Além disso, um bebé tranquilo que encontra consolo em sua mãe, terá um desenvolvimento emocional fortalecido.
Mito 15: A confusão bico artificial-mamilo não existe.
Realidade: A alimentação ao peito e a alimentação por biberão requerem diferentes técnicas orais e motrizes. Como resultado, alguns bebés desenvolvem a confusão de sucção e usam técnicas não adequadas para mamar na mama quando lhe são oferecidos biberão e mama. Isto faz com que não sejam eficientes a mamar e por vezes causam fissuras nos mamilos.
Mito 16: A amamentação frequente pode dar lugar à depressão pós-parto.
Realidade: Acredita-se que a causa da depressão pós-parto sejam as alterações hormonais que se surgem depois do nascimento do bebé e que podem acentuar-se pela fadiga e pela falta de apoio. Entretanto, ocorre em mulheres que tenham apresentado problemas anteriores a gravidez. Por outro lado, sabe-se que as mulheres que amamentam apresentam com menos frequência depressão pós-parto.
Mito 17: Amamentar o bebé a livre pedido não facilita o vínculo materno.
Realidade: Responder de forma sensível e rápida aos sinais do bebé une a mãe ao seu filho, de tal maneira que eles se sincronizam, criando assim um vínculo maior. Paralelamente, um bebé que não chora porque é atendido prontamente, não gera situações de stress familiar devido ao seu pranto.
Mito 18: As mães que mimam muito seus filhos e os levam muito nos braços, os deixam mal acostumados.
Realidade: Os bebés que são levados nos braços frequentemente choram menos horas ao dia e mostram maiores traços de segurança ao crescer. Os bebés necessitam da segurança dos braços de sua mãe mais do que imaginamos.
Mito 19: É importante que os demais membros da família alimentem o bebé para que também eles desenvolvam um vínculo.
Realidade: Alimentar o bebé não é a única forma com que os demais membros da família podem aproximar-se do bebé. Pegar, acariciar, dar banho e brincar com o bebé são muito importantes para o seu crescimento e desenvolvimento, assim como para o vínculo com os demais.
Mito 20: O facto de que seja o bebé quem dirige a sua alimentação (com a amamentação a livre pedido) tem um efeito negativo sobre a relação do casal.
Realidade: Os pais maturos dão-se conta de que as necessidades do recém-nascido são muito intensas, mas também, que diminuem com o tempo. De facto, o trabalho em equipe que se realiza ao cuidar de um recém-nascido pode unir o casal quando ambos aprendem a ser pais juntos.
Realidade: Consolar e suprir as necessidades de sucção ao peito é o que preparou a natureza para mães e filhos. As chupetas são um substituto da mãe quando ela não está. Outras razões para oferecer a mama para acalmar o bebé incluem um melhor desenvolvimento oral e facial, o prolongamento da amenorreia, evitar a confusão de sucção e estimular uma produção adequada de leite que assegure um índice mais elevado de êxito da amamentação. Além disso, um bebé tranquilo que encontra consolo em sua mãe, terá um desenvolvimento emocional fortalecido.
Mito 15: A confusão bico artificial-mamilo não existe.
Realidade: A alimentação ao peito e a alimentação por biberão requerem diferentes técnicas orais e motrizes. Como resultado, alguns bebés desenvolvem a confusão de sucção e usam técnicas não adequadas para mamar na mama quando lhe são oferecidos biberão e mama. Isto faz com que não sejam eficientes a mamar e por vezes causam fissuras nos mamilos.
Mito 16: A amamentação frequente pode dar lugar à depressão pós-parto.
Realidade: Acredita-se que a causa da depressão pós-parto sejam as alterações hormonais que se surgem depois do nascimento do bebé e que podem acentuar-se pela fadiga e pela falta de apoio. Entretanto, ocorre em mulheres que tenham apresentado problemas anteriores a gravidez. Por outro lado, sabe-se que as mulheres que amamentam apresentam com menos frequência depressão pós-parto.
Mito 17: Amamentar o bebé a livre pedido não facilita o vínculo materno.
Realidade: Responder de forma sensível e rápida aos sinais do bebé une a mãe ao seu filho, de tal maneira que eles se sincronizam, criando assim um vínculo maior. Paralelamente, um bebé que não chora porque é atendido prontamente, não gera situações de stress familiar devido ao seu pranto.
Mito 18: As mães que mimam muito seus filhos e os levam muito nos braços, os deixam mal acostumados.
Realidade: Os bebés que são levados nos braços frequentemente choram menos horas ao dia e mostram maiores traços de segurança ao crescer. Os bebés necessitam da segurança dos braços de sua mãe mais do que imaginamos.
Mito 19: É importante que os demais membros da família alimentem o bebé para que também eles desenvolvam um vínculo.
Realidade: Alimentar o bebé não é a única forma com que os demais membros da família podem aproximar-se do bebé. Pegar, acariciar, dar banho e brincar com o bebé são muito importantes para o seu crescimento e desenvolvimento, assim como para o vínculo com os demais.
Mito 20: O facto de que seja o bebé quem dirige a sua alimentação (com a amamentação a livre pedido) tem um efeito negativo sobre a relação do casal.
Realidade: Os pais maturos dão-se conta de que as necessidades do recém-nascido são muito intensas, mas também, que diminuem com o tempo. De facto, o trabalho em equipe que se realiza ao cuidar de um recém-nascido pode unir o casal quando ambos aprendem a ser pais juntos.
Mito 21: Alguns bebés são alérgicos ao leite materno.
Realidade: O leite materno é a substância mais natural e fisiológica que o bebé pode ingerir. Se o bebé mostra sinais de sensibilidade relacionados com a alimentação, em geral deve-se a alguma proteína alheia (dieta da mãe) que conseguiu entrar no leite materno, e não ao leite materno em si. Isto soluciona-se facilmente eliminando o alimento ofensivo da dieta materna durante um tempo.
Realidade: O leite materno é a substância mais natural e fisiológica que o bebé pode ingerir. Se o bebé mostra sinais de sensibilidade relacionados com a alimentação, em geral deve-se a alguma proteína alheia (dieta da mãe) que conseguiu entrar no leite materno, e não ao leite materno em si. Isto soluciona-se facilmente eliminando o alimento ofensivo da dieta materna durante um tempo.
Mito 22: A amamentação muito frequente causa obesidade no bebé quando ele cresce.Realidade: Estudos científicos mostram que os bebés amamentados autocontrolam os seus padrões alimentares e a quantidade que ingerem, já que tendem a consumir a quantidade de leite adequada para seu próprio organismo. É a alimentação com leite artifical e a introdução precoce de alimentos complementares a causa dos que se vêem afectados de obesidade ao crescer, não o aleitamento natural.
Mito 23: Dar de mamar quando o bebé está deitado causa infecções de ouvido.
Realidade: Por ser o leite materno um fluido vivo e cheio de anticorpos e imunoglobulinas, o bebé que mama tem menor probabilidade de desenvolver infecções de ouvido, independentemente da postura que utilize. Quando a mãe amamenta sentada, o bebé também está na posição horizontal em seus braços. Além do mais, a disposição dos músculos no momento de sugar fecha a comunicação com o ouvido.
Mito 24: A amamentação prolongada por mais de 12 meses fica sem valor, já que a qualidade do leite materno começa a diminuir a partir dos seis meses de vida.Realidade: A composição do leite materno muda de acordo com as necessidades do bebé conforme este cresce. Mesmo quando o bebé já é capaz de receber outro tipo de alimento, o leite materno é a sua fonte primordial de nutrição durante os primeiros doze meses. Converte-se em complemento dos alimentos ao segundo ano de vida. Além disso, o sistema imunológico do bebé demora entre dois e seis anos para se completar. O leite materno continua a complementar e a ajuda o sistema imune enquanto o bebé mamar.
Mito 23: Dar de mamar quando o bebé está deitado causa infecções de ouvido.
Realidade: Por ser o leite materno um fluido vivo e cheio de anticorpos e imunoglobulinas, o bebé que mama tem menor probabilidade de desenvolver infecções de ouvido, independentemente da postura que utilize. Quando a mãe amamenta sentada, o bebé também está na posição horizontal em seus braços. Além do mais, a disposição dos músculos no momento de sugar fecha a comunicação com o ouvido.
Mito 24: A amamentação prolongada por mais de 12 meses fica sem valor, já que a qualidade do leite materno começa a diminuir a partir dos seis meses de vida.Realidade: A composição do leite materno muda de acordo com as necessidades do bebé conforme este cresce. Mesmo quando o bebé já é capaz de receber outro tipo de alimento, o leite materno é a sua fonte primordial de nutrição durante os primeiros doze meses. Converte-se em complemento dos alimentos ao segundo ano de vida. Além disso, o sistema imunológico do bebé demora entre dois e seis anos para se completar. O leite materno continua a complementar e a ajuda o sistema imune enquanto o bebé mamar.
Fonte:Liga La LecheLisa Marasco
Illinois, Estados Unidos.
Nuevo Comienzo Out.-Dez/2005
Tradução Brasileira: Pajuçara Marroquim
Adaptação Portuguesa: BioNascimento
Illinois, Estados Unidos.
Nuevo Comienzo Out.-Dez/2005
Tradução Brasileira: Pajuçara Marroquim
Adaptação Portuguesa: BioNascimento
Mitos sobre a amamentação :
Amamentar é uma das coisas mais prazerosas de ser mãe, mas ao contrário do que mostra nas propagandas que passam na TV nem sempre é tão fácil. É um caminho cheio de dificuldades e só com muita informação e orientação é possível atingir o sucesso.
Vou postar hoje 24 mitos a respeito da amamentação e suas explicações .
Boa leitura.
Mito 1: Amamentar frequentemente reduz a produção de leite, produz um reflexo de ejecção débil e o fracasso da amamentação.
Realidade: Ainda que muitos bebés maiores possam receber a maior parte do leite nos primeiros cinco a dez minutos da mamada, isto não é regra geral a todas as crianças. Os recém-nascidos, que apenas estão a aprender a mamar, nem sempre são eficientes ao peito e geralmente necessitam de muito mais tempo para mamar. Poder mamar também depende do reflexo de descida do leite materno. Ainda que para muitas mães a descida do leite é quase imediata, para outras não. Em algumas mulheres, a descida de leite é escalonada, ocorre várias vezes durante uma só mamada. Em lugar de adivinhar, é melhor permitir que a criança mame até que mostre sinais de satisfação, tais como soltar o mamilo ou ter os braços e as mãos relaxadas.
Mito 2: Uma mãe necessita amamentar somente de quatro a seis vezes em cada 24 horas para manter uma boa quantidade de leite.
Realidade: Estudos científicos mostram que quando uma mãe amamenta frequentemente desde que a criança nasce, com uma média de 9,9 vezes em cada 24 horas durante os primeiros quinze dias, a sua produção de leite é maior, a criança ganha mais peso e a mãe amamentará por um período mais longo. A produção de leite tem sido demonstrada estar relacionada com a frequência das mamadas. A quantidade de leite começa a diminuir quando as mamadas são pouco frequentes ou restringidas. Não se deve esquecer que muitos bebés recém-nascidos mamam cada hora e meia ou cada duas horas, o que é normal e frequente.
Mito 3: As crianças obtêm todo o leite que necessitam durante os primeiros cinco a dez minutos de mamada.
Realidade: Os bebés amamentados esvaziam o estômago mais rapidamente que os alimentados com biberão: aproximadamente uma hora e meia em vez de até quatro horas. Isto se deve ao tamanho muito menor das moléculas de proteínas que formam parte do leite materno, que são digeridas com maior rapidez. Ainda que a quantidade de leite consumido seja um dos factores que determina a frequência das mamadas, o tipo de leite é de igual importância. Estudos antropológicos dos leites produzidos pelos diversos tipos de mamíferos confirmam que os bebés humanos estão preparados para receber alimento com frequência e que assim tem sido feito através da história.
Mito 4: As mães que amamentam devem espaçar as mamadas para que possam encher as mamas.
Realidade: Cada par mãe/filho é único e diferente. O corpo de uma mãe que amamenta está sempre a produzir leite. As suas mamas funcionam em parte como "depósitos de reserva", alguns com maior capacidade que outros. Quanto mais vazia está a mama, mais rápido o corpo trabalhará para reabastecê-la. Quanto mais cheia está a mama, mais lenta será a produção de leite. Se uma mãe espera sistematicamente que suas mamas encham antes de amamentar, seu corpo pode receber a mensagem de que está a produzir leite em demasia e, por isso reduz a sua produção.
Mito 5: Na oitava semana a criança necessita apenas de seis a oito mamadas; aos três meses requer apenas de cinco a seis mamadas; e aos seis meses, não mais do que quatro a cinco mamadas ao dia.
Realidade: A frequência das mamadas varia de acordo com vários factores: a produção de leite da mãe e sua capacidade de armazenamento (as mães com mamas maiores em geral têm maior capacidade de armazenamento), assim como as necessidades de crescimento da criança. Os dias em que se produzem picos de crescimento (dias de maior frequência) ou a criança está doente, os padrões de mamada dos bebés podem mudar temporariamente. É importante ter em conta que o consumo calórico da criança aumenta ao final da mamada, assim impor limites arbitrários sobre a frequência ou duração das mamadas podem levar a um consumo muito baixo de calorias por parte da criança.
Mito 6: É a quantidade de leite que o bebé consome, que determina quanto tempo uma criança aguenta entre as mamadas, independentemente se é leite materno ou de fórmula.
Realidade: A quantidade de leite que uma mãe produz chega a seu ponto óptimo quando é permitido à criança sadia mamar tantas vezes quanto necessite. O reflexo de ejecção de leite opera mais fortemente em presença de um bom fornecimento de leite que normalmente ocorre quando se pratica uma amamentação a pedido, isto é, sem impor horários.
Mito 7: Nunca desperte o bebé que dorme.
Realidade: Ainda que seja verdade que a maioria dos bebés mostram quando tem fome, é possível que os recém-nascidos não acordem tão frequentemente quanto necessitem, por isso é necessário despertá-los para que mamem pelo menos oito vezes em cada 24 horas. Talvez não acordem por causa dos medicamentos que a mãe recebeu durante o parto, por icterícia, trauma, uso de chupeta, medicamentos maternos ou comportamento introvertido por parte dos bebés quando têm que esperar quando dão sinais de fome. Além do mais, as mães que querem aproveitar a infertilidade natural que produz a amenorreia durante a amamentação comprovam que o regresso da menstruação demora mais quando a criança continua a mamar de noite.
Mito 8: O metabolismo do bebé está desorganizado ao nascer e requer que se imponha uma rotina ou horário para ajudar a resolver esta desorganização.
Realidade: Os bebés nascem programados para mamar, dormir e ter períodos de vigília. Não é um comportamento desorganizado, mas um reflexo das necessidades únicas de cada recém-nascido. Com o decorrer do tempo os bebés adaptam-se gradualmente ao ritmo de vida do seu novo ambiente sem precisar de treino nem ajuda.
Mito 9: As mães que amamentam devem oferecer sempre ambas as mamas em cada mamada.
Realidade: É muito mais importante deixar que o bebé termine de mamar no primeiro lado antes de oferecer o segundo, ainda que isto signifique que recuse o segundo lado durante essa mamada. O último leite (que contém mais calorias) obtém-se gradualmente conforme a mama vai esvaziando. Ocorre que ao trocar-se de lado prematuramente, o bebé mamará apenas o primeiro leite, mais baixo em calorias, em vez de obter o equilíbrio natural entre o primeiro e segundo leite. Como resultado, o bebé não se satisfará e perderá peso, e provavelmente terá cólicas. Apenas durante as primeiras semanas, muitas mães oferecem ambas as mamas em cada mamada para ajudar a estabelecer o fornecimento de leite.
Mito 10: Se um bebé não aumenta bem de peso, é porque o leite de sua mãe é de baixa qualidade.
Realidade: Os estudos mostram que mesmo as mulheres desnutridas são capazes de produzir leite de suficiente qualidade e quantidade para suprir as necessidades de crescimento do bebé. Na maioria dos casos, o pouco peso deve-se ao consumo insuficiente de leite materno devido a horários restritos, a uma inadequada sucção ou a um problema orgânico do bebé.
Mito 11: Quando uma mulher tem pouco leite, geralmente é devido ao stress, a fadiga ou ao baixo consumo de alimentos e de líquidos.
Realidade: As causas mais comuns de pouco leite são: mamadas pouco frequentes e/ou problemas com a pega e postura do bebé ao mamar. Ambos os problemas são devido em geral à informação incorreta que recebe a mãe que amamenta. Os problemas de sucção do bebé também podem afectar de forma negativa a quantidade de leite que a mãe produz. O stress, a fadiga ou a má nutrição raramente são causas de baixa produção de leite, já que o corpo humano desenvolveu mecanismos de sobrevivência para proteger o lactente em tempos de fome extrema.
Mito 12: Uma mãe deve tomar leite para produzir leite.
Realidade: Uma dieta saudável e balanceada que contenha verduras, frutas, cereais e proteínas é tudo o que uma mãe necessita para nutrir-se adequadamente e produzir leite. O cálcio pode ser obtido de uma grande variedade de fontes não relacionadas com lácteos, como os legumes, sementes, frutas secas e pescados como sardinha e salmão com espinha. Nenhum outro mamífero toma leite para produzir leite.
Mito 13: Sugar sem o propósito de alimentar-se (sucção não nutritiva) não tem objectivo.
Realidade: As mães com experiência em amamentação aprendem que os padrões de sucção e as necessidades de cada bebé variam. Ainda que as necessidades de sucção de alguns bebés sejam satisfeitas primordialmente quando mamam, outros bebés requerem mais sucção ao peito, mesmo quando tenham acabado de mamar a alguns minutos. Muitos bebés também mamam quando têm medo, quando se sentem sós ou quando sentem alguma dor.
Mito 14: As mães não devem ser a "chupeta" do filho.
Realidade: Consolar e suprir as necessidades de sucção ao peito é o que preparou a natureza para mães e filhos. As chupetas são um substituto da mãe quando ela não está. Outras razões para oferecer a mama para acalmar o bebé incluem um melhor desenvolvimento oral e facial, o prolongamento da amenorreia, evitar a confusão de sucção e estimular uma produção adequada de leite que assegure um índice mais elevado de êxito da amamentação. Além disso, um bebé tranquilo que encontra consolo em sua mãe, terá um desenvolvimento emocional fortalecido.
Mito 15: A confusão bico artificial-mamilo não existe.
Realidade: A alimentação ao peito e a alimentação por biberão requerem diferentes técnicas orais e motrizes. Como resultado, alguns bebés desenvolvem a confusão de sucção e usam técnicas não adequadas para mamar na mama quando lhe são oferecidos biberão e mama. Isto faz com que não sejam eficientes a mamar e por vezes causam fissuras nos mamilos.
Mito 16: A amamentação frequente pode dar lugar à depressão pós-parto.
Realidade: Acredita-se que a causa da depressão pós-parto sejam as alterações hormonais que se surgem depois do nascimento do bebé e que podem acentuar-se pela fadiga e pela falta de apoio. Entretanto, ocorre em mulheres que tenham apresentado problemas anteriores a gravidez. Por outro lado, sabe-se que as mulheres que amamentam apresentam com menos frequência depressão pós-parto.
Mito 17: Amamentar o bebé a livre pedido não facilita o vínculo materno.
Realidade: É muito mais importante deixar que o bebé termine de mamar no primeiro lado antes de oferecer o segundo, ainda que isto signifique que recuse o segundo lado durante essa mamada. O último leite (que contém mais calorias) obtém-se gradualmente conforme a mama vai esvaziando. Ocorre que ao trocar-se de lado prematuramente, o bebé mamará apenas o primeiro leite, mais baixo em calorias, em vez de obter o equilíbrio natural entre o primeiro e segundo leite. Como resultado, o bebé não se satisfará e perderá peso, e provavelmente terá cólicas. Apenas durante as primeiras semanas, muitas mães oferecem ambas as mamas em cada mamada para ajudar a estabelecer o fornecimento de leite.
Mito 10: Se um bebé não aumenta bem de peso, é porque o leite de sua mãe é de baixa qualidade.
Realidade: Os estudos mostram que mesmo as mulheres desnutridas são capazes de produzir leite de suficiente qualidade e quantidade para suprir as necessidades de crescimento do bebé. Na maioria dos casos, o pouco peso deve-se ao consumo insuficiente de leite materno devido a horários restritos, a uma inadequada sucção ou a um problema orgânico do bebé.
Mito 11: Quando uma mulher tem pouco leite, geralmente é devido ao stress, a fadiga ou ao baixo consumo de alimentos e de líquidos.
Realidade: As causas mais comuns de pouco leite são: mamadas pouco frequentes e/ou problemas com a pega e postura do bebé ao mamar. Ambos os problemas são devido em geral à informação incorreta que recebe a mãe que amamenta. Os problemas de sucção do bebé também podem afectar de forma negativa a quantidade de leite que a mãe produz. O stress, a fadiga ou a má nutrição raramente são causas de baixa produção de leite, já que o corpo humano desenvolveu mecanismos de sobrevivência para proteger o lactente em tempos de fome extrema.
Mito 12: Uma mãe deve tomar leite para produzir leite.
Realidade: Uma dieta saudável e balanceada que contenha verduras, frutas, cereais e proteínas é tudo o que uma mãe necessita para nutrir-se adequadamente e produzir leite. O cálcio pode ser obtido de uma grande variedade de fontes não relacionadas com lácteos, como os legumes, sementes, frutas secas e pescados como sardinha e salmão com espinha. Nenhum outro mamífero toma leite para produzir leite.
Mito 13: Sugar sem o propósito de alimentar-se (sucção não nutritiva) não tem objectivo.
Realidade: As mães com experiência em amamentação aprendem que os padrões de sucção e as necessidades de cada bebé variam. Ainda que as necessidades de sucção de alguns bebés sejam satisfeitas primordialmente quando mamam, outros bebés requerem mais sucção ao peito, mesmo quando tenham acabado de mamar a alguns minutos. Muitos bebés também mamam quando têm medo, quando se sentem sós ou quando sentem alguma dor.
Mito 14: As mães não devem ser a "chupeta" do filho.
Realidade: Consolar e suprir as necessidades de sucção ao peito é o que preparou a natureza para mães e filhos. As chupetas são um substituto da mãe quando ela não está. Outras razões para oferecer a mama para acalmar o bebé incluem um melhor desenvolvimento oral e facial, o prolongamento da amenorreia, evitar a confusão de sucção e estimular uma produção adequada de leite que assegure um índice mais elevado de êxito da amamentação. Além disso, um bebé tranquilo que encontra consolo em sua mãe, terá um desenvolvimento emocional fortalecido.
Mito 15: A confusão bico artificial-mamilo não existe.
Realidade: A alimentação ao peito e a alimentação por biberão requerem diferentes técnicas orais e motrizes. Como resultado, alguns bebés desenvolvem a confusão de sucção e usam técnicas não adequadas para mamar na mama quando lhe são oferecidos biberão e mama. Isto faz com que não sejam eficientes a mamar e por vezes causam fissuras nos mamilos.
Mito 16: A amamentação frequente pode dar lugar à depressão pós-parto.
Realidade: Acredita-se que a causa da depressão pós-parto sejam as alterações hormonais que se surgem depois do nascimento do bebé e que podem acentuar-se pela fadiga e pela falta de apoio. Entretanto, ocorre em mulheres que tenham apresentado problemas anteriores a gravidez. Por outro lado, sabe-se que as mulheres que amamentam apresentam com menos frequência depressão pós-parto.
Mito 17: Amamentar o bebé a livre pedido não facilita o vínculo materno.
Realidade: Responder de forma sensível e rápida aos sinais do bebé une a mãe ao seu filho, de tal maneira que eles se sincronizam, criando assim um vínculo maior. Paralelamente, um bebé que não chora porque é atendido prontamente, não gera situações de stress familiar devido ao seu pranto.
Mito 18: As mães que mimam muito os seus filhos e os levam muito nos braços, os deixam mal acostumados.
Realidade: Os bebês que são levados nos braços frequentemente choram menos horas ao dia e mostram maiores traços de segurança ao crescer. Os bebés necessitam da segurança dos braços de sua mãe mais do que imaginamos.
Mito 19: É importante que os demais membros da família alimentem o bebé para que também eles desenvolvam um vínculo.
Realidade: Alimentar o bebé não é a única forma com que os demais membros da família podem aproximar-se do bebé. Pegar, acariciar, dar banho e brincar com o bebé são muito importantes para o seu crescimento e desenvolvimento, assim como para o vínculo com os demais.
Mito 20: O fato de que seja o bebé quem dirige a sua alimentação (com a amamentação a livre pedido) tem um efeito negativo sobre a relação do casal.
Realidade: Os pais maturos dão-se conta de que as necessidades do recém-nascido são muito intensas, mas também, que diminuem com o tempo. De facto, o trabalho em equipe que se realiza ao cuidar de um recém-nascido pode unir o casal quando ambos aprendem a ser pais juntos.
Mito 21: Alguns bebés são alérgicos ao leite materno.
Mito 18: As mães que mimam muito os seus filhos e os levam muito nos braços, os deixam mal acostumados.
Realidade: Os bebês que são levados nos braços frequentemente choram menos horas ao dia e mostram maiores traços de segurança ao crescer. Os bebés necessitam da segurança dos braços de sua mãe mais do que imaginamos.
Mito 19: É importante que os demais membros da família alimentem o bebé para que também eles desenvolvam um vínculo.
Realidade: Alimentar o bebé não é a única forma com que os demais membros da família podem aproximar-se do bebé. Pegar, acariciar, dar banho e brincar com o bebé são muito importantes para o seu crescimento e desenvolvimento, assim como para o vínculo com os demais.
Mito 20: O fato de que seja o bebé quem dirige a sua alimentação (com a amamentação a livre pedido) tem um efeito negativo sobre a relação do casal.
Realidade: Os pais maturos dão-se conta de que as necessidades do recém-nascido são muito intensas, mas também, que diminuem com o tempo. De facto, o trabalho em equipe que se realiza ao cuidar de um recém-nascido pode unir o casal quando ambos aprendem a ser pais juntos.
Mito 21: Alguns bebés são alérgicos ao leite materno.
Realidade: O leite materno é a substância mais natural e fisiológica que o bebé pode ingerir. Se o bebé mostra sinais de sensibilidade relacionados com a alimentação, em geral deve-se a alguma proteína alheia (dieta da mãe) que conseguiu entrar no leite materno, e não ao leite materno em si. Isto soluciona-se facilmente eliminando o alimento ofensivo da dieta materna durante um tempo.
Mito 22: A amamentação muito frequente causa obesidade no bebé quando ele cresce.
Realidade: Estudos científicos mostram que os bebés amamentados auto controlam os seus padrões alimentares e a quantidade que ingerem, já que tendem a consumir a quantidade de leite adequada para seu próprio organismo. É a alimentação com leite artificial e a introdução precoce de alimentos complementares a causa dos que se vêem afetados de obesidade ao crescer, não o aleitamento natural.
Mito 23: Dar de mamar quando o bebé está deitado causa infecções de ouvido.
Realidade: Por ser o leite materno um fluido vivo e cheio de anticorpos e imunoglobulinas, o bebé que mama tem menor probabilidade de desenvolver infecções de ouvido, independentemente da postura que utilize. Quando a mãe amamenta sentada, o bebé também está na posição horizontal em seus braços. Além do mais, a disposição dos músculos no momento de sugar fecha a comunicação com o ouvido.
Mito 24: A amamentação prolongada por mais de 12 meses fica sem valor, já que a qualidade do leite materno começa a diminuir a partir dos seis meses de vida.
Realidade: A composição do leite materno muda de acordo com as necessidades do bebé conforme este cresce. Mesmo quando o bebé já é capaz de receber outro tipo de alimento, o leite materno é a sua fonte primordial de nutrição durante os primeiros doze meses. Converte-se em complemento dos alimentos ao segundo ano de vida. Além disso, o sistema imunológico do bebé demora entre dois e seis anos para se completar. O leite materno continua a complementar e a ajudar o sistema imunologico enquanto o bebé mamar.
Realidade: Estudos científicos mostram que os bebés amamentados auto controlam os seus padrões alimentares e a quantidade que ingerem, já que tendem a consumir a quantidade de leite adequada para seu próprio organismo. É a alimentação com leite artificial e a introdução precoce de alimentos complementares a causa dos que se vêem afetados de obesidade ao crescer, não o aleitamento natural.
Mito 23: Dar de mamar quando o bebé está deitado causa infecções de ouvido.
Realidade: Por ser o leite materno um fluido vivo e cheio de anticorpos e imunoglobulinas, o bebé que mama tem menor probabilidade de desenvolver infecções de ouvido, independentemente da postura que utilize. Quando a mãe amamenta sentada, o bebé também está na posição horizontal em seus braços. Além do mais, a disposição dos músculos no momento de sugar fecha a comunicação com o ouvido.
Mito 24: A amamentação prolongada por mais de 12 meses fica sem valor, já que a qualidade do leite materno começa a diminuir a partir dos seis meses de vida.
Realidade: A composição do leite materno muda de acordo com as necessidades do bebé conforme este cresce. Mesmo quando o bebé já é capaz de receber outro tipo de alimento, o leite materno é a sua fonte primordial de nutrição durante os primeiros doze meses. Converte-se em complemento dos alimentos ao segundo ano de vida. Além disso, o sistema imunológico do bebé demora entre dois e seis anos para se completar. O leite materno continua a complementar e a ajudar o sistema imunologico enquanto o bebé mamar.
Investigações recentes mostram que o leite materno é mais rico em gordura e energia depois de um ano de amamentação: contém quase 12% mais calorias que o leite de uma mãe de um recém-nascido. Ocorre da mesma maneira com os factores protetores.
Fonte:
Liga La Leche
Lisa Marasco
Illinois, Estados Unidos.
Nuevo Comienzo Out.-Dez/2005
Tradução Brasileira: Pajuçara Marroquim
Adaptação Portuguesa: BioNascimento
FONTE: http://www.bionascimento.com/index.php?option=com_content&task=view&id=143&Itemid=44
Fonte:
Liga La Leche
Lisa Marasco
Illinois, Estados Unidos.
Nuevo Comienzo Out.-Dez/2005
Tradução Brasileira: Pajuçara Marroquim
Adaptação Portuguesa: BioNascimento
FONTE: http://www.bionascimento.com/index.php?option=com_content&task=view&id=143&Itemid=44
Concha de amamentação
Ola, tudo bem?
Um dos itens que algumas mamães me indicaram como importante para levar na maternidade é a concha de amamentação ,alguns hospitais inclusive já pedem na lista.
Como escolher?
Basicamente as conchas são separadas em dois tipos, pré parto e pós parto.
A concha de amamentação pós parto flexível, tem a função de ajudar na prevenção de rachaduras e armazena o leite que vaza em seu interior.
Esta concha possui furinhos para deixar o peito respirar.

Preço médio : R$ 30,00 a R$ 40,00.
A concha de amamentação pré parto rígida serve para ajudar na preparação do bico para a amamentação. Muitas mamães precisam preparação pois tem o mamilo plano, curto ou invertido,e a concha ajuda a deixar o bico mais saliente.
Um dos itens que algumas mamães me indicaram como importante para levar na maternidade é a concha de amamentação ,alguns hospitais inclusive já pedem na lista.
Como escolher?
Basicamente as conchas são separadas em dois tipos, pré parto e pós parto.
A concha de amamentação pós parto flexível, tem a função de ajudar na prevenção de rachaduras e armazena o leite que vaza em seu interior.
Esta concha possui furinhos para deixar o peito respirar.

Preço médio : R$ 30,00 a R$ 40,00.
Preço médio: R$ 20,00 a R$30,00.
Eu tentei usar a concha pós parto, pois estou tendo vazamento de colostro, mas senti um aumento da coceira no seio quando estou utilizando, então resolvi alterar para o absorvente para o seio por enquanto.
Vamos ver se vou conseguir me adaptar depois que o leite descer.
Beijus
Amamentação por livre demanda x Rotina
Veja bem, agora eu vou só filosofar tá? Como mãe de primeira viagem grávida de 9 meses vou falar sobre uma experiência que eu ainda não tenho.
Ando lendo (tentando ler) dois livros que falam a respeito de como "domar" os babys. Um é o”A encantadora de bebês”, que infelizmente criei antipatia com ele já de cara( isto é tema para outro post), e o outro é o especifico para o sono, “Nana Neném”.
Os dois livros tratam que a solução para os problemas dos bebês é a rotina, incluindo na amamentação, isto quer dizer horário para tudo. Por exemplo:
Se o bebê mama de 3 em 3 horas, caso ele queira em um dia mamar de 2 em 2, ou seja, acordar uma hora mais cedo pedindo peito você não deve dar. Sim não estou exagerando.
(Nem preciso dizer que quando leio isto e me imagino com uma neném recém nascida em casa, chorando, pedindo peito meu pensamento grita” dizendo que isto não vai funcionar por aqui....” )
Então é nisto que consiste a rotina da amamentação. Você estipula juntamente com o pediatra horários, geralmente de 3 em 3 horas e cumpre estes horários. Se o neném esta dormindo você o acorda ( Oi?), se ele resolve dar uma de espertinho e quer mamar antes , você não dá. Afinal nem sempre choro é fome e teoricamente se você o alimentou há poucas horas ainda não chegou sua hora de mamar. A teorica é esta.
Onde entra a livre demanda nesta historia?
Bom nenhum destes dois livros que eu li apoiam a amamentação por livre demanda. Estive buscando maiores informações, li várias matérias em vários sites. Entendo que livre demanda é o seguinte: O neném pede o peito, você dá. Não há controle de horários, não se acorda o neném para mamar e não se nega o peito quando ele pede. Segundo diz o site bebe.com.br a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) , recomenda a livre demanda.
Ainda segundo o que diz a matéria as vantagens da livre demanda são:
- A criança perde menos peso após o nascimento
- A produção do leite é mais adequada
- Previne dor e endurecimento da mama congestionada
- Controla a ansiedade do bebê
No site também diz que a amamentação regulada (de 3 em 3 horas) é mais indicada em casos onde a criança esta sendo alimentada por formulas porque a digestão dos leites industrializados é mais demorada e a criança se senta saciada por mais tempo.
Quero deixar claro que, não sou contra a todo o tipo de rotina. Sou contra a todo o tipo regra exagerada. Cada bebê é de um jeito, a gente sabe que mesmo os recém nascidos já trazem uma personalidade, um jeitinho característico e fica difícil exigir que todos os bebês se comportem iguais. Existem muitos bebês que já nascem com uma certa rotina de horário para mamar, mas vai muito de cada organismo.
Acho sim que é interessante aplicar uma rotina com os bebês, uma especie de ritual , porque na verdade todos nós somos assim, e apesar de não cumprirmos rigorosamente com horários um pouco de rotina faz parte. Mas acho que tudo tem um limite. Esta historia de deixar o bebê chorar até dormir.... deixar o bebê com fome porque não esta na hora de mamar, não dar muito colo porque vai mimar... . Sei lá, não sei até que ponto este tipo de coisa ajuda ou atrapalha no desenvolvimento, amadurecimento e conquista de confiança dos nossos filhos.
Claro, tudo isto sou eu filosofando né? Afinal a Alice ainda não nasceu então estou apenas pensando o que eu quero oferecer para ela.
E você, tem uma opinião formada a respeito disto? O que tem funcionado melhor para você, livre demanda ou rotina?
Abraços,
Preparando o seio para amamentação (relato de amamentação)
Olá,
No início amamentar a minha filha foi muito difícil, desde a primeira mamada no hospital parecia que ela tinha uma gilete na gengiva, doía muito mesmo, mas mesmo assim segui firme amamentando.
Como eu tinha muito leite cheguei a doar nesses dias em que fiquei no hospital, as enfermeiras do banco de leite me falavam que eu sentia dor para amamentar porque a pega estava errada ,mas que difícil de acertar essa tal de pega hein rsrsrsrs.
Chegando em casa tudo piorou, quando ela chorava pra mamar eu chorava para não dar o peito, tadinha ela ficava desesperada com a boquinha aberta e eu desesperada pq sabia que ia doer muito. Minha mãe foi uma super companheira nesse momento e me incentivou bastante na amamentação.
Retornei ao GO e ele me passou umas pomadas que não adiantaram de nada, mas em 2 semanas mais ou menos o seio já estava cicatrizado e daí por diante foi só alegria...
Da segunda gravidez nem me recordava disso e tudo se repetiu novamente, o mesmo chororô(meu) e sofrimento.
Agora grávida novamente de quase 30 semanas, resolvi perguntar a minha GO o que eu poderia usar no seio para não rachar, ela me passou Millar. Antes de começar a usar meu mamilo estava super sensível e meio dolorido também. Já estou usando a 2 semanas e até agora já percebi muita diferença, não estão mais tão sensíveis e também não estão mais doloridos e até a textura mudou, parece estar mais resistente.
Espero que dessa vez eu tenha uma amamentação tranquila.
E vocês já estão se preparando???
Bjos
Isabella
Obs: Este post não é patrocinado.
No início amamentar a minha filha foi muito difícil, desde a primeira mamada no hospital parecia que ela tinha uma gilete na gengiva, doía muito mesmo, mas mesmo assim segui firme amamentando.
Como eu tinha muito leite cheguei a doar nesses dias em que fiquei no hospital, as enfermeiras do banco de leite me falavam que eu sentia dor para amamentar porque a pega estava errada ,mas que difícil de acertar essa tal de pega hein rsrsrsrs.
Chegando em casa tudo piorou, quando ela chorava pra mamar eu chorava para não dar o peito, tadinha ela ficava desesperada com a boquinha aberta e eu desesperada pq sabia que ia doer muito. Minha mãe foi uma super companheira nesse momento e me incentivou bastante na amamentação.
Retornei ao GO e ele me passou umas pomadas que não adiantaram de nada, mas em 2 semanas mais ou menos o seio já estava cicatrizado e daí por diante foi só alegria...
Da segunda gravidez nem me recordava disso e tudo se repetiu novamente, o mesmo chororô(meu) e sofrimento.
Agora grávida novamente de quase 30 semanas, resolvi perguntar a minha GO o que eu poderia usar no seio para não rachar, ela me passou Millar. Antes de começar a usar meu mamilo estava super sensível e meio dolorido também. Já estou usando a 2 semanas e até agora já percebi muita diferença, não estão mais tão sensíveis e também não estão mais doloridos e até a textura mudou, parece estar mais resistente.
Espero que dessa vez eu tenha uma amamentação tranquila.
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| Sem contar que o preço é muito bom!!! Custa em média R$ 30,00 |
E vocês já estão se preparando???
Bjos
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